(e olha que ele era tricolor!)





Bolo de Iogurte
ingredientes
Use o próprio copo de iogurte natural para medir os outros ingredientes. Mas é bom lavar e secar o copo antes de medir os ingredientes secos, pra não fazer uma lambança. rs*
unte e enfarinhe uma forma grande;
bata todos os ingredientes no liquidificador, na seguinte ordem: ovos, açúcar, iogurte natural, óleo, e farinha (não coloque o fermento, ainda);
desligue o liquidificador e, aos poucos, mexa com o auxílio de uma colher, já que a massa fica meio grossa e dificulta trabalhinho do liquidificador;
depois que tudo estiver bem misturadinho, coloque o fermento e bata por mais uns 20 segundos;
coloque o preparado na forma e leve ao forno por aproximadamente 40 minutos;
use o truque do palitinho para ver se os 40 minutos foram suficientes para assar legal o bolo. Conhece o truque do palitinho, né?
Neste mundo, em que os meios de comunicação passam depressa do avançado para o obsoleto, da máquina de escrever para o computador, das cartas dentro de envelopes para os e-mails impessoais que nem sequer trazem nosso nome, do telefone que tocava alto, na sala de casa, e era sempre uma agradável surpresa descobrir quem estava do outro lado da linha, para os celulares com "bina", que oferecem o "luxo" de poder ignorar quem nos procura... Nestes tempos, em que a tecnologia atropelou a humanização da comunicação, por culpa exclusiva do homem, que diferença faz, na vida da gente, um bilhetinho escrito a mão e encontrado debaixo do travesseiro, ou dentro do sapato, na mesa do café da manhã, ou na mesa de trabalho! Experimente tocar o coração de alguém, nestes tempos, como antigamente. Depois me conte.
Foi um tempo em que minha vida estava totalmente ligada às crianças. Um tempo em que meus estudos, meus dias e noites era dedicados a elas e a sua educação. Eu acordava cedinho, minha mãe punha "o café" na mesa e eu almoçava, porque seria um dia longo, o tempo reservado para o almoço não ultrapassava uma hora, e essa hora não era exclusivamente para alimentação e descanso. Descanso, na verdade, não havia, e eu precisava dividir o tempo entre almoçar e sair da escola onde eu trabalhava a tempo de chegar na outra, onde deveria estar às 13h. Então, entre mães que se atrasavam para buscar seus filhos, ônibus que demorava e o sinal que tocava à uma da tarde, quase nada me restava para um almoço decente. E era por isso que eu já almoçava de manhã.
Fui nesse ritmo até o ano seguinte, quando terminei o curso e comecei a faculdade. Aquela escola que tinha 18 alunos na salinha minúscula cresceu muito (às custas do trabalho de tantas boas professoras, a maioria ainda estudante, e que não agüentava ficar lá mais que meses) e a última notícia que eu tive, há muitos anos, é que já tinha três anexos, quadra poliesportiva e tal. É um exemplo de como o comércio da educação é um investimento rentável. Olho vivo na hora de escolher a escola dos seus filhos. Conheça a filosofia da escola em que você vai colocá-los. E, de preferência, conheça o professor que será responsável pela sua educação. Tem muita gente boa em lugar ruim. E, às vezes, o lugar ruim só consegue ter gente do mesmo tipo...
Se tem uma coisa que me incomoda profundamente, ao ponto de me irritar, é essa gente que se diz "normal", estacionando seu carro na vaga destinada a condutores "deficientes" - ou, mais apropriadamente dizendo, portadores de necessidades especiais.
Mas é curioso... Os outros, os "normais", na maior cara de pau, encostam seu carro, saem andando, e não estão mesmo nem aí.
Estou pensando em começar a campanha:
Por alguma razão, hoje, sei lá por que, lembrei de um e-mail que recebi há anos, com uma apresentação em pps, cujo tema era: "Não existe mulher feia; o que existe é mulher pobre".
O ator Paulo Autran morreu nesta sexta-feira, aos 85 anos, e era usado como exemplo de que era possível uma pessoa fumar e viver muitos anos. Mas, segundo sua viúva, a atriz Karin Rodrigues, o marido "queria que todos soubessem que ele morreu por causa do cigarro". Com dificuldades para respirar, sofrendo de câncer nos pulmões e enfisema pulmonar... "Ele queria ir embora porque não conseguia mais respirar, porque sem respirar é difícil viver. É muito triste, mas ao mesmo tempo é um alívio."