sábado, 30 de março de 2013


"...Guia-me mansamente a águas tranquilas, refrigera a minha alma..."
Feliz Sábado pra você que sabe o que é descansar de verdade no sétimo dia da semana, e pra você que ainda não descobriu a paz desse dia! Feliz Sábado para tooooooooooooooooodo mundo!!! ♥ — em Lagoa Rodrigo De Freitas

segunda-feira, 25 de março de 2013

Segunda-feira com cara de segunda-feira

Segunda chuvosa, céu sem cor, nuvens pesadas, e eu indo pro Centro da cidade trabalhar. Nada mais sem graça poderia estar acontecendo... Na verdade, eu nem me importo de IR trabalhar. O problema é ter que ficar lá. E trabalhando! :)))

domingo, 24 de março de 2013

Chegue mais tarde, mas chegue.

Eu não confio em carros.
Nem em motoristas.
Eu sempre achei que o mais complicado em dirigir é porque você precisa fazer isso por você e pelos outros. E se nunca sabemos o que se passa na cabeça do outro, dirigir é sempre um perigo.
Esse acidente revela um misto de imprudência, impaciência e ausência de poder de adivinhação.
No final, a tristeza da morte e do trauma...

sábado, 23 de março de 2013

Feliz Sábado!!!


RECEITA PARA UM SÁBADO FELIZ:

Um bocado de generosidade,
um tanto de disposição para fazer o bem,
um pouco de quietude,
bastante observação;
uma porção generosa de amor
e uma pitadinha de humor.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Tá ensinado a fazer o que, mesmo??

A pessoa posta uma foto, no Facebook, mostrando o "look do dia".
É uma "trança embutida" e muita gente se interessa pelo assunto, querendo aprender a fazer.
Em atenção a tantos pedidos, a pessoa dá o passo a passo.
E eu me pergunto: mas não era pra ensinar a fazer a trança? Por que virou aula de sexo???

"...é muito simples... vc começa transando por baixo. A transa comum vc começa transando por cima, e esta é por baixo. Vc sabe fazer transa embutida? Tente q vc conseguirá. Qq duvida eu ajudo. Bjux."

quarta-feira, 20 de março de 2013

Tem lá. Tem sim!

Tem lá, gente.
Do outro lado.
Tem luz... e cor... e vida...
embora do lado de cá a gente só veja um cinza.
Tem lá, sim.
Do outro lado.
Tem verde, azul, novidade, tem sol e tem lua,
estrelas e nuvens brancas, tem flores e pássaros...
embora aqui haja apenas uma parede nua,
janela fechada, pedras e buracos.
Tem, gente.
Tem mais coisa na vida e no mundo do que o que a gente vê aqui,
por trás do muro.

...Mas é preciso pular.

terça-feira, 19 de março de 2013

Só três

Sorvete napolitano, um bom sono e um dia inteiro de bobeira amanhã. 
Se o gênio da lâmpada aparecer eu já tenho meus pedidos.

sexta-feira, 15 de março de 2013

Então, se liga!

"Se você dança com o demônio, o demônio não muda. Mas você muda".

N.Cage in "8 mm"

sábado, 9 de março de 2013

Feliz Sábado!!

Max Gehringer escreveu um livro chamado "Big Max - Vocabulário Corporativo" onde ele conta a origem de uma porção de palavras e algumas histórias curiosas e interessantes sobre elas.
É de lá que eu trago a origem da expressão "à toa", que tanto usamos.

"À toa - Despreocupadamente. 'Toa' é um barco de pequeno porte usado para rebocar navios maiores até o porto. Durante o trajeto, enquanto o navio estiver 'atado à toa', os marujos podem ficar despreocupados, só apreciando a paisagem, sem fazer absolutamente nada. A palavra original é árabe, taha, 'vagar sem rumo certo'..."



Pensando nisso - não que eu estivesse à toa - fui levada a imaginar o barquinho rebocando um navio maior que ele, e os marujos despreocupados, curtindo o visual, a paisagem, assim, sem fazer absolutamente nada... É confiar bastante na toa. É saber que ela vai segurar a onda - sem querer fazer trocadilho.

E aí fui também levada a pensar: você tem uma toa, na vida, pra se sentir, assim, despreocupado, confiante, quando o navio em que você está precisa ser rebocado?

Hoje é Sábado, dia de ficar "à toa", livre das preocupações, apreciando a paisagem, sem esquentar a cabeça com nada.
Se você não tem uma toa pra atar seu navio, hoje, experimente Deus.
... E tenha um FELIZ SÁBADO!

sexta-feira, 8 de março de 2013

E parecia que era só um pipoqueiro!

O pipoqueiro que passa na minha rua tem me ensinado algumas lições...
E olha que eu ainda nem comprei uma pipoquinha com ele!

terça-feira, 5 de março de 2013

Mais umas de Rubem Alves

É notória, pra quem me conhece, minha admiração por Rubem Alves. Gosto por demais!
Li dia desses um texto seu, escrito há um certo tempo, em que tratou da "função cultural das privadas". Num outro dia, comentando sobre esse texto que ele mesmo escrevera, arrematou:

"Conversando com a Vera, que trabalha em empresa, relações humanas, tivemos uma idéia brilhante. E se as empresas passarem a colocar, semanalmente, na porta diante do trono, um trecho literário curto, para ser lido em dois minutos? Naquele lugar todos se sentem compelidos à leitura! Os resultados poderiam surpreender!" (Correio Popular, Caderno C, 27/05/2001)

Pois é... Já pensou nisso?
Bem, quer ler o texto da "privada"? Vale muito a leitura. Parece sério mas é divertido. É divertido mas é sério...
Lá vai:

Sobre a função cultural das privadas

O que a solidão de um banheiro pode proporcionar


- Por gentileza, a senhora podia me dizer onde fica a privada?

A anfitriã, ao ouvir a palavra "privada", assusta-se e ruboriza-se. Privada não é palavra que se fale. Trata de remendar: 

- Ah, o banheiro... O banheiro fica no fim daque­le corredor...

O homem encaminha-se para o local indicado, intrigado: 

- Eu já tomei banho. Não quero tomar banho de novo... 

Mas logo, ao entrar no banheiro, vê que a anfitriã estava enganada. Lá não há nem banheira e nem chuveiro. Só há uma privada - que é, precisamente, aquilo que ele está procurando.

Não é educado falar "privada", principalmente pelo fato de que essa palavra é sinônima da "latrina", palavra de música feia, há muito fora de uso. Exceto nos escritos do Manoel de Barros, que diz: "Também as latrinas desprezadas que servem para ter grilos dentro - elas podem um dia milagrar violetas." Mas como as pessoas comuns não leem o Manoel de Barros, não se pode esperar que elas, ao ouvir a palavra "latrina", pensem em violetas.

O educado é "banheiro". E também "toilette" que, segundo o dicionário, é "ato de se lavar, pentear e vestir". Mas quando uma pessoa pergunta pelo banheiro ou pelo toalete ela não está pensando em tomar banho ou se lavar. Está pensando em outra coisa. 

A primeira vez que fui aos Estados Unidos, arranhando inglês, numa escola, premido por forças fisiológicas, procurei o dito quarto. E logo vi, numa porta, escrito: "Private". 

Achei que "private" era "privada". Entrei pela porta. Mas logo descobri que "private" queria dizer que aquele era um cômodo onde eu não podia entrar. Quando, pela primeira vez, desci num aeroporto nos Estados Unidos, e vi placas indicando "rest-rooms", achei que eram salas "vip", com poltronas confortáveis, onde as pessoas descansavam, porque "rest-room",  traduzido literalmente é "quarto de repouso". Mas não era. Era o lugar onde estavam as privadas e mictórios. 

Estou propondo que se recupere a dignidade da palavra "privada". Pois suspeito que ela esteja ligada a "privacidade", como o "private" americano. A privada é o lugar onde estamos sós e ninguém tem o direito de nos incomodar. Lugar de refúgio, santuário de solidão. Quando a gente está na privada não tem que se comportar direito, não tem de prestar atenção ao que os outros estão dizendo. É um lugar de liberdade e honestidade. Em reuniões, quando a agitação é muita, esse recurso é muito eficaz. 

- Vocês me dão licença... 

Sem explicar nada, todo mundo sabe que nos retiramos por motivos imperiosos. Não sabem que o que a gente deseja é ficar sozinho. Ali a gente não tem de estar sorrindo,  não tem de achar as piadas engraçadas,  pode se dar ao luxo de não falar.

Educação, como se sabe, se faz com livros. Mas, com os inúmeros estímulos da televisão e a correria da vida, as pessoas leem cada vez menos e, com isso, ficam burras cada vez mais. Mas a privada, onde nada nos perturba e ninguém tem o direito de nos interromper (a menos que você seja dos tolos que levam o telefone para a privada), é um lugar excepcional para a leitura. 

Rubem Alves Educador e escritor 

segunda-feira, 4 de março de 2013

Né?

Cheiro de chuva.
Cheiro de terra molhada.
Só perde pra cheiro de bolo da mãe, saindo do forno.

Cadeira vazia


Não, não vou ficar sentada, à espera do que virá... talvez não venha, sei lá. De repente, depois de ver os dias passarem por ti bem depressa também te dês conta de que vida é agora e não daqui a pouco, nem um pouco mais tarde. Ninguém dispõe cadeiras no caminho. Não, não foi para isso que as estradas foram feitas. Os caminhos são para caminhadas, não para cadeiras e gentes sentadas. Caminhos são para caminhantes. 'Tô indo, vou indo e te encontro na esquina. Apressa os teus passos. Não corre tanto, mas apressa o suficiente para não deixar de ver o que está além do horizonte. Não corre tanto porque há belezas no meio do caminho e é preciso reparar nelas. Descobre o tempo das coisas. Descobre em cada coisa o tempo que ela te exige; sem te fazeres deter demais nem de menos. Há tempo pra tudo. Deixa pra sentar no final da estrada. O caminho é para ser caminhado.

sábado, 2 de março de 2013


Chove lá fora.
Mas mesmo assim este pode ser um dia feliz, muito feliz; afinal, é Sábado.

"No sábado saímos da cidade e fomos para a beira do rio, pois pensávamos que ali devia haver um lugar de oração... Sentamos e começamos a conversar com as mulheres que estavam reunidas lá." (Atos 16:13)

Tem coisa mais legal do que estar, num sábado, sentado à beira de um rio, admirando e trocando ideias sobre a beleza da natureza, sobre a fantástica obra da criação? Um lugar onde você pode sentir a brisa correndo, ver as gotas da chuva ou o brilho do sol... e sentir que suas orações sobem com o vento, vão além das nuvens e alcançam o céu.
É legal ter um dia especial para fazer coisas assim...

sexta-feira, 1 de março de 2013

Rio de Janeiro, FELIZ ANIVERSÁRIO!!

Uma cidade que tem a "Garota de Ipanema" e o "Menino do Rio"; que faz a alma da gente cantar quando a sobrevoa ("Samba do Avião"); que se faz reconhecer pelo jeitinho de suas mulheres andarem ("Ela é Carioca"); que tem o Cristo Redentor para inspirar Gil em "Aquele Abraço"; uma cidade que não tem só Prefeito mas também um Síndico ("W Brasil"); que serve guaraná, suco de caju e goiabada para sobremesa enquanto você a atravessa "Do Leme ao Pontal"; que tem sol e calor praticamente o ano inteiro (Rio 40°); uma cidade que tem um hino para os solteiros ("Solteiro no Rio de Janeiro"); que tem sua Princesa, mesmo sendo parte de uma República ("Copacabana, Princesinha do Mar")... só pode ser uma "Cidade Maravilhosa", pra quem a gente se declara todo dia: "Rio de Janeiro, gosto de você / Gosto de quem gosta / Deste céu, deste mar, desta gente feliz..." (Valsa de uma Cidade).

É isso aí: RIO, EU TE AMO!!!!!! Feliz Aniversário!!!




(foto de @fabiominduim)