quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

Provérbio de Agur

"Há quatro animais pequenos que ensinam sabedoria ao homem mais inteligente:

as formigas, tão pequenas, que sabem guardar comida para o inverno;



os coelhos, tão fracos, que fazem sua toca no meio das pedras para se protegerem;



os gafanhotos, que não têm líder mas voam juntos, em grandes bandos;





as lagartixas, que podemos matar com as mãos e, no entanto, vivem até nos palácios dos reis."

(Provérbios 30:24-28)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Nulla dies sine linea



"Se te ocorresse todos os dias um pensamento e o escrevesses num diário, verias, ao fim da vida, que era o mesmo pensamento: o que variava era a frase."

(Mario Quintana)


terça-feira, 29 de janeiro de 2008

Isso irrita

É um problema sério...
Uma vez li uma tirinha do "Hagar, o Horrível". Dizia que quanto mais você trabalha, mais trabalho dão pra você fazer. Verdade pura. Estou irritada. É mesmo muito chato você se virar pra dar conta de tudo, fazendo o trabalho de dois, trabalhando final-de-semana e tudo, e em vez de o outro se tocar e perceber que é isso o que está acontecendo, não. Ele simplesmente tem a idéia de que tudo está tão bem que não há a menor pressa de chamar o número 2.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Poesia completa

Pois é. Eu tenho, tá bom?
Novinho.
Acabou de chegar.
Mordam-se.

domingo, 27 de janeiro de 2008

É a Taia. Sininho. Tri. Rubro-negra. Penta. Campeã do mundo. É o dia dela!

Sim, é um prazer conhecê-la, um encanto suas bochechinhas rosadas, uma gracinha seu sorriso de menina. Sim, ela é fofa, se diz mimada, tem um ombro amigo capaz de suportar grandes pesos, e, como eu e você, gosta de um colo quando está triste. Tem cabelos lindos e uma risadinha de criança doce. É mais forte do que imagina ser. E tem a incrível capacidade de começar de novo, do exato ponto onde parou, como se fosse tudo a primeira vez. É, juntamente com a Gioconda, minha irmã trigêmea por adoção. E não tente entender essa história porque, nós três sabemos, é demais pra sua cabecinha, caro leitor.
E se não bastasse tudo o que a moça é e que me faz amá-la... Ela é Flamengo! É penta! E é besta!

TAIA, QUERIDA, FELIZ ANIVERSÁRIO!!!

sábado, 26 de janeiro de 2008

Feliz Sábado pra todos!
Feliz Aniversário pra ela!

Era uma vaca muito engraçada
Não tinha tédio, não tinha nada
Ninguém podia irritar ela não
Porque a vaca falava palavrão
Ninguém podia dormir no ponto
Porque a vaca chamava de tonto
Ninguém podia amizade fingir
Porque a vaca ía descobrir
Mas era vaca sem lero-lero
Dava aos amigos carinho sincero!


Mumumu, muito grata por estar nesse grupo, aí, dos que recebem seu sincero carinho o ano inteiro. Hoje, o dia é seu; mas a festa é nossa. Porque ter você por perto é garantia de proteção, alegria e diversão o tempo todo.

FELIZ ANIVERSÁRIO!!

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Através dos tempos

Há muitos anos deixei de anotar os telefones com caneta, num pedaço de papel...

Um encontro entre amigos que não se vêem faz anos, e na despedida eles dizem: "anota meu telefone." Imediatamente o outro pega o celular e se põe a "anotar". E dependendo da intimidade que tenha com o aparelho, "anotar" pode levar alguns generosos minutos.
Já foi mais fácil...

Mas tente voltar às origens e anotar um número de telefone num papel, e eu dou um doce a quem conseguir encontrá-lo depois. Acontece comigo. O papelzinho fica na bolsa, esquecido, ou num bolso de uma roupa qualquer, e aos poucos... aos poucos se desfaz - ou porque há muita coisa na bolsa disputando espaço com ele ou porque nenhum papel resiste a uma lavagem à máquina...

Quando se perde o celular, perdem-se junto todos os números de telefone dos seus contatos desde o último aparelho comprado. E é nessa hora que vem o lamento: "ai... perdi o telefone do fulano!"
A maior preguiça do mundo é "passar a limpo" os telefones de um celular para outro. Há quase três anos eu não troco meu aparelho para não ter de passar por essa aflição, e o aparelho anterior continua aqui na mesa do escritório funcionando exclusivamente como agenda eletrônica, sendo óbvio que não existem agendas eletrônicas que precisem de carga na bateria a cada três dias... É a preguiça de uma que se envolve com o capricho da outra.

Nos velhos tempos, a gente mandava carta pelo Correio, escrevia à máquina, discava o número do telefone quando queria falar com alguém. Nos tempos modernos, tudo segue por e-mail, qualquer texto é digitado - se você tem menos de 20 anos nunca, sequer, datilografou nada! - e nem se disca, mais, um número no telefone; até isso é digitado.
Definitivamente, eu me tornei um indivíduo nostálgico, uma boneca que sente saudade, com tristeza e abatimento profundos causados pelo afastamento de coisas que ama e pelo desejo de tornar a vê-las... Ou não se justificaria eu ter comprado, ontem, uma agenda de telefones, daquelas que a gente anota tudo com caneta, e se erra tem de rabiscar.


Dicionário Michaelis:
Nostalgia - Tristeza e abatimento mais ou menos profundos causados pelo afastamento de lugares, pessoas ou coisas que se amam e pelo desejo de as tornar a ver.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Bom dia!


Enfim! Ele voltou. Discretamente, mas voltou!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Dieta?

Alguém me liga e pergunta se conheço alguma dieta que não seja muito rigorosa mas que, de fato, emagreça. Diz que não agüenta ficar sem comer chocolate.
Eu tranqüilizo:

- Mas chocolate não engorda.
- Não???

- Não. Claro que não!

- ???

- Chocolate não engorda, batata frita não engorda, sorvete não engorda, macarronada não engorda... QUEM ENGORDA É VOCÊ, QUERIDA!

- (silêncio)

E aí, nessa onda, lembrei daquelas dicas infalíveis, quando se trata de dieta:


1. Se você come e ninguém vê, a comida não tem calorias. Sem provas não há crime.

2. Se você tomar um refrigerante diet junto com uma barra de chocolate, as calorias da barra de chocolate são canceladas pelo refrigerante.

3. Se você comer de olhos vendados, pode engordar o quanto quiser que nunca vai ter um enfarte: o que os olhos não vêem o coração não sente.

4. Ande só com gente gorda e procure engordar todo mundo a sua volta, você parecerá mais magro.

5. Comida de cinema, como pipoca, supra-sumo, jujuba e MMs, não é considerado como comida e vai pra categoria cultura.

6. Biscoito quebrado tem menos caloria, pode comer à vontade.

7. Quando você lambe uma colher de doce, as calorias não podem ser contadas porque, por justiça, elas pertencem ao prato e não a você.

8. Comida gelada, como sorvete, não pode ser considerada calórica, porque caloria é medida de calor e sorvete nunca é quente.

9. É um mito que verdura emagrece. Elefante é herbívoro.

10. Não fique chateado se você passar a vida gordo. Você terá toda a eternidade pra ser só osso!

Então, frase do dia: NÃO FAÇA MAIS DIETA!

Afinal, a baleia bebe só água, só come peixe, faz natação o dia inteiro, e é GORDA! Você tem pneus? Lógico, todo avião tem!

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Há vantagem na solidão

Não estou escrevendo para ninguém gostar ou, ao menos, entender. Estou escrevendo, simplesmente, e isto me supre: contrabalança, quando nada. Esta noite, esta chuva — e poderia escrever as coisas mais alegres, esta noite. Neruda, coitado, as mais tristes.

Só há uma vantagem na solidão: poder ir ao banheiro com a porta aberta. Mas isto é muito pouco, para quem não tem sequer a coragem de abrir a camisa e mostrar a ferida."

Antônio Maria em 9.10.1964 ("Com Vocês Antônio Maria")

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

E cai a chuva...

Basta chover de mansinho que a vida adquire outro ritmo. Alguma coisa diferente das tempestades, da chuva forte, de vento.
A chuva que cai de mansinho dá outra cadência ao tempo. Não existe a pressa de sair de casa, porque não é prenúncio de temporal; não há necessidade de esperar um pouco mais antes de pegar o caminho da rua, até que passe, porque sabe-se, não vai passar tão cedo; ela é apenas chuva que cai de mansinho e não tem hora pra acabar.

Não se pensa em apressar os passos, no meio de uma chuva fina, nem se cogita de ir lá fora tomar banho de chuva. É um outro movimento, que se estabelece. É diferente. Completamente diverso, basta olhar da janela, de onde quer que você esteja, para perceber que a vida é outra, num dia de chuva que cai de mansinho. Os homens da obra trabalham, mas não assobiam sambas-enredo do próximo Carnaval; o sibilar é do Bolero de Ravel. As empregadas domésticas ouvem notícias, no rádio, e abandonam a 98 FM, num dia em que a chuva cai de mansinho. Do forno, em cada cozinha, sai um pão de queijo. O café quentinho perfuma os ambientes e nada se faz no ritmo alucinado de um dia de sol quente ou no pianissimo típico de uma grande tempestade, quando parece que debaixo do edredon o tempo vai parar. Não se lava a varanda, porque chuva que cai de mansinho nem parece molhar; também não se lava roupa, porque não vai secar. Chuva assim, de mansinho, só lava a alma...

Pode-se pensar em tudo, num dia de chuva. Se a chuva é forte, pensa-se na tragédia, no se eu morrer, nos barrancos que se quedam, nos deslizamentos de terra; se é de vento, a chuva, pensa-se nas saias que levantam, nos cabelos que se fingem lisos e não vão resistir, no guarda-chuva que vira, no frio que faz; mas se é mansinha, a chuva que cai, só se pensa no passado ou no futuro, como se entre a vida e a morte só existisse o amor...

Num dia de chuva que cai assim, de mansinho, deseja-se um dia inteiro de boas recordações, porque a nostalgia é a única que bate a nossa porta, e se não abrimos ela fica ali, sentada, à espera, passando bilhetes por debaixo da porta, soprando melancolia pelo buraco da fechadura até que nos rendamos. E se é pra entrar, que traga boas lembranças.
Se cai um temporal, é diferente. Corre-se para trancar tudo, portas, janelas, coração... não há frestas, nenhuma tv ligada, e só se pensa na proteção. Na chuva que cai de mansinho, você sabe, o coração é o primeiro a se abrir, e nem nos barracos de pau-a-pique existem a correria, a apreensão, as orações de quem tem medo de que a casa caia. Ninguém imagina que a casa vá cair porque abrigou mais um por um dia. Mesmo que o hóspede seja a nostalgia, só até a chuva passar. Só por este dia...

Quando a chuva cai de mansinho lá fora, tudo é poesia aqui dentro; não a poesia frenética das paixões de verão com marcas de sol sobre a pele nem a poesia estrondosa de um céu cheio de raios e trovões das grandes tempestades; é a poesia acústica, do ritmo próprio de um dia em que a chuva que cai cai de mansinho.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Bulim de Impim

No verão do ano passado eu estive .
Acabo de voltar ao mesmo lugar. Mesmas pairagens, mesma paisagem, árvores ainda mais carregadas de frutos, céu azul, verde das matas, alegria das gentes, comida e bebida para aumentar a festa. Quando nossa família não se resume a pais e irmãos, filhos, cunhados, noras e genros, mas inclui nossos amigos, os amigos dos pais, dos irmãos, dos filhos, dos cunhados, das noras e dos genros, e envolve também os amigos desses amigos, todos em paz, só harmonia, e muita gargalhada, pode-se dizer que a felicidade existe.

***

E por que, mais uma vez, eu deixei de fotografar a plaquinha pendurada no poste da estrada??
Acredite em mim, lá estava escrito:

BULIM DE IMPIM

Acabo de saber que voltaremos por lá em maio deste ano. Vou fotografar a plaquinha. Quem sabe, se me der coragem, eu até experimento o "invento"!


atualização do post da minha alegria, às 21h10min:

Campeonato Carioca - 1ª Rodada:

Flamengo 2 X 0 Boavista
Vasco 1 X 2 Madureira

Madureira!! Ahahahahahaha!!! Na casa dos caras!! Ahahahahaha!!!

sábado, 19 de janeiro de 2008

Feliz Sábado!!

"... A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.

Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.

A gente se acostuma para poupar a vida.

Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma."

(Marina Colasanti)

Mas o texto começa assim:
"Eu sei que a gente se acostuma.
Mas não devia."

Então, mocinhas e mocinhos, levantem-se de onde estão, agora mesmo. É. Você, aí. Pare de poupar a vida. Deixe o (mau) costume de lado, agite-se, perceba o que você tem de bom, o que você vê, o que você é. Pare de se acostumar àquela vidinha mais ou menos que anda por aí. Descarte o que não é bom. Enxergue a verdadeira beleza. Água pura e potável em casa pra beber, por exemplo. Gente boa ao seu lado pra abraçar. Um sol no céu (ou flocos de neve, se for o caso), coração bondoso dentro de você, um lar para voltar, depois de sair...
Hoje é sábado. Dia de alegria. Não há nada o que fazer? Isso é pouco pra se dar por satisfeito. Levante-se, invente, pare de se acostumar, para não deixar a vida perder-se de si mesma, pra não perder a vida sem viver. É como diz o pai de A.: "Não entendo esse povo que compra carro novo e põe capa nos bancos. Verdade, o banco fica novinho, não suja nem nada. Aí, depois, vende o carro com o banco lindo e novinho, que nunca pôde ver, porque sempre esteve coberto com aquelas coisas horrorosas."
Levante-se, tire a capa. Chega de se acostumar.
Olhe pro relógio: ainda é tempo de ter um FELIZ SÁBADO!! E isso é apenas o começo!


sexta-feira, 18 de janeiro de 2008

George Clooney - Mensageiro da Paz da Organização das Nações Unidas

Lindo, esse lance do queridinho ser nomeado "Mensageiro da Paz", nesta sexta-feira, pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. O que mata é ser o nono, numa lista que inclui o ninguém-merece-paulo-coelho.
Que o moço continue envidando esforços pelo fim da guerra e da fome em Darfur, no Sudão, como tem feito, brilhantemente. E que faça sua luz brilhar em outras partes do mundo, também, onde a paz precisa reinar.

foto do G1

Eles até que tentam... mas são um fracasso!

Não é implicância. É constatação:
Eles são desafinados, letristas fraquíssimos, e conseguiram estragar a tão gostosinha "Anna Julia", de "Los Hermanos", já gravada até pelo ex-Beatle George Harrison. E eles são mui, muito, muitíssimo desafinados, eu já disse?

Marcelo Camelo "aprovou a versão", divulgou a mídia.

A-ha! Mas é claro que só porque ficava muuuito chato, sendo vascaíno, falar a verdade.

Sobre a utopia, outra vez

A utopia "é a representação daquilo que não existe ainda, mas que poderá existir se o homem lutar para sua concretização."

A utopia é o contrário do mito... "O mito ilude o homem e retarda a História. A utopia alimenta o projeto de luta e faz a História".

Utopia é "a consciência antecipadora do amanhã".

João Baptista Herkenhoff

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Velha infância

Hoje eu vi um Karmann Ghia branco, na rua!
O motorista, um homem, vestia camisa social, gravata, carregava no rosto uns óculos, e dirigia orgulhoso sua máquina. Deixei que passasse e o moço deve ter imaginado que eu não queria levar poeira, mas o que eu queria mesmo era olhar de perto. Parei atrás dele, no sinal. Fiquei vendo as letrinhas desenhadas, na traseira: Karmann Ghia, como se fosse uma assinatura.

E aí me peguei pensando nas coisas antigas da vida. No tempo em que havia o fusca vermelho do Reinaldo, sem banco atrás, e que cabia umas dez pessoas; no tempo em que a gente ía pra rua tomar banho de chuva, catar pedrinhas de gelo, molhar os cabelos... tempo em que pra telefonar a gente usava "ficha de telefone", e pra andar de ônibus ganhava fichas coloridas, de plástico.

Pensamento vai, pensamento vem, lembrei das brincadeiras em casa... da gente lustrando o chão brincando de carrinho, porque eu, pequenininha, a caçulinha, sentava num pano, e meus irmãos me puxavam, arrastando pela casa, para dar o brilho da cera...

E pensando nisso tudo, tive saudades da infância... da cuca de banana da minha mãe, do leque que o meu pai fazia com o dinheiro do pagamento... saudades do meu irmão, que está longe, e da minha irmã, que está aqui perto; saudade dos meus pais... saudade de uma espécie de felicidade que a gente só tem quando é criança...

Henfil morreu no dia 04 de janeiro de 1988. Nunca perdeu o bom humor...

Clique na imagem para ampliar


Henfil

quarta-feira, 16 de janeiro de 2008

Ally McBeal

Hoje, finalmente, assisti a um episódio inteiro de "Ally McBeal" e começo a entender, enfim, por que minha cunhadinha sempre disse que lembrava de mim, quando via a Drª Ally.
Hohohoho!!!

"...qual é a nossa chance se a sociedade nos marca?"

Bom dia!


Recebi de um amigo um e-mail com desejos para um feliz 2008 e uma série de imagens lindas. Parecem todas desenhadas a lápis e pintadas com giz de cera. Muito gostosinhas de ver.
E por falar em coisa gostosa, há um sol lindo, lá fora. Gostosinho mesmo! E quente, quente, muuuuito quente. A graça do verão, no Rio de Janeiro, é justamente esse calor "insuportável", que todo mundo reclama, mas no final completa: "agora, sim, isso aqui 'tá com cara de Rio!". De todo modo, sinto-me confortável, hoje, trabalhando em casa, vendo, pelas portas da varanda, o imenso céu azul, o colorido das plantas, a luz do sol, e sentindo o fresquinho do ar-condicionado.
Bom dia!
Eu volto daqui a pouco.