Gosto de mesas coloridas, no almoço e no jantar.
Café da manhã eu quase nunca tomo; então, termina sendo aquela coisa meio corrida, quando rola.
Gosto de receber gente, em casa. E com muita cor, que é sinal de festa. Pro almoço de amanhã, então, coisinhas simples, mas coloridas.
Saladinha de palmito, cenoura e azeitonas.
Repolho roxo - uma receita da cozinha judaica.
Arroz branco.
Lentilhas.
Canelone com muito molho de tomate; totalmente prático, aprendi a fazer com uma colega de trabalho (qualquer hora deixo a receita aqui).
Olha só a festa de cores: branco, amarelo, verde, roxo, vermelho, cor de "burro quando foge" (qual é a cor da lentilha? cáqui??? bege??? - tanto faz).
Pra fechar, a sobremesa aí do post anterior.
Bon appétit!!
sexta-feira, 31 de março de 2006
Cassata de abacaxi
Minha cassata de abacaxi é assim:
(os gatos gostam...)
1 abacaxi grande cortado em cubinhos
1 copo e meio de água
1 xícara de açúcar (ou duas, se quiser aumentar as calorias...)
Cozinhe até quase secar a água. Escorra e reserve.
3 caixas de flan, sabor baunilha. Dissolva o conteúdo em 2 ou 3 copos de água.
Misture ao abacaxi e leve ao fogo por mais alguns minutos. Deixe ferver um pouquinho.
Coloque num pirex e cubra com a seguinte mistura:
duas latas de creme de leite sem soro
duas claras batidas em neve (bem firmes)
um pouquinho de açúcar
e umas poucas gotinhas de limão.
Leve a sobremesa à geladeira.
Sirva bem geladinha.
Se quiser, enfeite com algumas cerejas e folhinhas de hortelã. Fica lindo, além de gostoso.
Sobre pingüins e tartarugas
Tem um pingüim surfando numa tartaruga, em pleno lago do Zoológico de Niterói, agora às onze e pouco da manhã.
Só mesmo a Ermelinda Rita pra ver essas coisas! De olho nos jornais, amanhã!
Romário, o nome do pingüim...
Boa desculpa
Tá na coluna do Tutty Vasques:
Barbra Streissand, revela o livro "Barbra: The Way She Is", de Christopher Anderson, teve casos amorosos com o príncipe Charles e com Dodi Fayed. Ela, pelo menos, ao contrário de Lady Di, tem a desculpa de ser vesga.
Pffff!
Barbra Streissand, revela o livro "Barbra: The Way She Is", de Christopher Anderson, teve casos amorosos com o príncipe Charles e com Dodi Fayed. Ela, pelo menos, ao contrário de Lady Di, tem a desculpa de ser vesga.
Pffff!
quinta-feira, 30 de março de 2006
Fome???
Aprendi com Elisa Lucinda, faz tempo (1993), que "fome é apetite sem esperança". Desde então, sinto-me constrangida, quando, cheia de vontade de comer alguma coisa, sem querer eu digo que "estou morta de fome"...
Exatamente como agora, hora em que cheguei da rua, doida de vontade de comer uma comidinha gostosa. Eu não estou com fome!; porque, além da esperança, eu sei o que vou comer, onde vou comer, quando vou comer...
É que não causa impacto dizer apenas que se está com apetite, ou com muita vontade de comer alguma coisa, precisando mesmo. Nem é sonoro. A gente pensa que só vão entender o que a gente quer dizer, se a gente disser "tô morrendo de fome!" E sem a menor noção do que seja "ter apetite sem esperança", a gente segue dizendo essa blasfêmia.

"A gente podia ter gripe, asma, catapora, bronquite
A gente podia ter apetite mas fome não.
Minha vó bem que dizia sem errança:
fome é um apetite sem esperança" (Elisa Lucinda)
Exatamente como agora, hora em que cheguei da rua, doida de vontade de comer uma comidinha gostosa. Eu não estou com fome!; porque, além da esperança, eu sei o que vou comer, onde vou comer, quando vou comer...
É que não causa impacto dizer apenas que se está com apetite, ou com muita vontade de comer alguma coisa, precisando mesmo. Nem é sonoro. A gente pensa que só vão entender o que a gente quer dizer, se a gente disser "tô morrendo de fome!" E sem a menor noção do que seja "ter apetite sem esperança", a gente segue dizendo essa blasfêmia.

"A gente podia ter gripe, asma, catapora, bronquite
A gente podia ter apetite mas fome não.
Minha vó bem que dizia sem errança:
fome é um apetite sem esperança" (Elisa Lucinda)
quarta-feira, 29 de março de 2006
Quem nunca sonhou ser astronauta???
E no meio da transmissão do futebol (Americano X Madureira), as imagens do lançamento da nave Soyuz TMA-8.
Lá vai o astronauta brasileiro, Marcos César Pontes, em sua viagem espacial.
Sei não, mas deu um frio na barriga, uma taquicardia... um medo daquilo explodir!!!
E nem diga que é bobagem... Já aconteceu!
Fiquei pensando: se eu tô com esse friozinho na barriga só porque é um brasileiro, imagina se fosse meu pai, meu maninho... Pfff! eu não agüentaria.
Deu tchauzinho, nosso astronauta, fez sinal de positivo, e mostrava toda hora a bandeira do Brasil. Só não quero acreditar que aquele sinalzinho, depois, era o "L" de Lula... Vocês tiveram essa impressão também? Misericórdia!!! (como diria minha mãe...)
Malandro pra caraca, tá indo só passear. Os outros dois astronautas que também estão na cosmonave, ficarão na Estação Espacial Internacional (ISS) ao menos por seis meses, e o Marcão, após permanecer a bordo oito dias, volta rapidinho pra Terra, dia 9 de abril, a bordo da Soyuz TMA-7, em companhia dos outros dois que estão lá na ISS desde outubro do ano passado. Rapidinho assim, dá até vontade de ir, né? (mas lembrei do frio na barriga! quero não!)
P.S. Será que ele vai trazer "lembrancinhas", pra família?
Fonte: JB_on_line (só a parte séria, deste post, naturalmente!)
P.S. A brincadeira, aí, em cima, da malandragem e do passeio, além da intimidade forjada - Marcão - é só pra relaxar... Afinal, o frio na barriga não foi brincadeira!
Lá vai o astronauta brasileiro, Marcos César Pontes, em sua viagem espacial.
Sei não, mas deu um frio na barriga, uma taquicardia... um medo daquilo explodir!!!
E nem diga que é bobagem... Já aconteceu!
Fiquei pensando: se eu tô com esse friozinho na barriga só porque é um brasileiro, imagina se fosse meu pai, meu maninho... Pfff! eu não agüentaria.
Deu tchauzinho, nosso astronauta, fez sinal de positivo, e mostrava toda hora a bandeira do Brasil. Só não quero acreditar que aquele sinalzinho, depois, era o "L" de Lula... Vocês tiveram essa impressão também? Misericórdia!!! (como diria minha mãe...)
Malandro pra caraca, tá indo só passear. Os outros dois astronautas que também estão na cosmonave, ficarão na Estação Espacial Internacional (ISS) ao menos por seis meses, e o Marcão, após permanecer a bordo oito dias, volta rapidinho pra Terra, dia 9 de abril, a bordo da Soyuz TMA-7, em companhia dos outros dois que estão lá na ISS desde outubro do ano passado. Rapidinho assim, dá até vontade de ir, né? (mas lembrei do frio na barriga! quero não!)
P.S. Será que ele vai trazer "lembrancinhas", pra família?
Fonte: JB_on_line (só a parte séria, deste post, naturalmente!)
P.S. A brincadeira, aí, em cima, da malandragem e do passeio, além da intimidade forjada - Marcão - é só pra relaxar... Afinal, o frio na barriga não foi brincadeira!
Sobre maçãs e idéias
"Se você tem uma maçã e eu tenho outra, e nós trocamos as maçãs, então cada um terá sua maçã. Mas se você tem uma idéia e eu tenho outra, e nós as trocamos, então cada um terá duas idéias".
(George Bernard Shaw)
(George Bernard Shaw)
Jornais, telejornais, e coisas do gênero
Minha assinatura do jornal foi suspensa porque reemiti meu cartão de crédito e fiquei com preguiça de ligar pra dar o novo número, etc. etc.
A partir daí, e também por conta da minha "letargia" desde a perda do meu amigo, no dia 17, tenho andado assim meio "alienada".
Por exemplo: só descobri que a Ariclê Perez havia morrido, dois dias depois; nunca mais tive notícias do Bush; nem do Lula (a não ser que está "decepcionado" com o Palocci); não sei quando o Flamengo joga; e por aí vai. Tudo notícia que não me traria alegrias.
Tá certo que tenho perdido também o frescor de certas boas notícias, como, por exemplo...
Bem, não sei exatamente o quê, mas deve ter alguma coisa boa acontecendo por aí, a justificar essa minha conclusão.
De todo modo, os jornais não trazem mesmo tantas boas notícias. E não está me causando um grande estrago a assinatura que não tenho mais.
Eu, que já tinha conseguido me livrar do Jornal Nacional, agora me livrei das notícias largadas na porta de casa.
Sinto falta, mesmo, é dos caderninhos de final de semana.
A partir daí, e também por conta da minha "letargia" desde a perda do meu amigo, no dia 17, tenho andado assim meio "alienada".
Por exemplo: só descobri que a Ariclê Perez havia morrido, dois dias depois; nunca mais tive notícias do Bush; nem do Lula (a não ser que está "decepcionado" com o Palocci); não sei quando o Flamengo joga; e por aí vai. Tudo notícia que não me traria alegrias.
Tá certo que tenho perdido também o frescor de certas boas notícias, como, por exemplo...
Bem, não sei exatamente o quê, mas deve ter alguma coisa boa acontecendo por aí, a justificar essa minha conclusão.
De todo modo, os jornais não trazem mesmo tantas boas notícias. E não está me causando um grande estrago a assinatura que não tenho mais.
Eu, que já tinha conseguido me livrar do Jornal Nacional, agora me livrei das notícias largadas na porta de casa.
Sinto falta, mesmo, é dos caderninhos de final de semana.
terça-feira, 28 de março de 2006
Confesso
Confesso que liguei a TV e vi "o finalzinho da final" do BBB.
Sabe o que é que realmente valeu a pena?
O Carlão sambando.
Muuuuuito fofo!
Sabe o que é que realmente valeu a pena?
O Carlão sambando.
Muuuuuito fofo!
O Doido da Garrafa
"...Sentia uma paixão azul dentro do peito, desde criança, sempre que olhava o mar e orgulhava-se muito disso.
Acreditava no amor, mas tinha vergonha da frase.
Às vezes falava sozinho, Preferia tristeza à agonia."
*Texto retirado do livro de Adriana Falcão - "O Doido da Garrafa"
Acreditava no amor, mas tinha vergonha da frase.
Às vezes falava sozinho, Preferia tristeza à agonia."
*Texto retirado do livro de Adriana Falcão - "O Doido da Garrafa"
Cada um se acha melhor do que todos
Três, em cada quatro brasileiros... isso mesmo!, três em cada quatro, nada menos, cometeriam um ato de corrupção se estivessem no lugar dos políticos. É o que mostra a pesquisa do Ibope que o sítio "NoMínimo" divulga hoje, com exclusividade.
A reportagem é minuciosa e, se bobear, você é um dos três...
A reportagem é minuciosa e, se bobear, você é um dos três...
segunda-feira, 27 de março de 2006
Duas coisas
Quando alguém olha nos seus olhos e diz que é verdade, se você sentir vontade de acreditar, acredite!
Não há nada mais legal do que sentir que se pode confiar.
Há duas coisas inegociáveis: princípios e confiança.
Não há nada mais legal do que sentir que se pode confiar.
Há duas coisas inegociáveis: princípios e confiança.
Niagara on the lake (as fotos às vezes não aparecem... logo, logo, vou corrigir isso, ok?)
"Niagara-on-the-Lake" é uma cidade de Ontário, Canadá. Fica à beira do Rio Niágara e do Lago Ontário. Entre 1792 e 1796, a cidade serviu como capital da colônia inglesa do Canadá Inferior; seu nome era ainda "Niagara". O nome atual foi adotado por volta de 1880, para diferenciar-se das "Cataratas do Niágara" (ou "Niagara's Fall").
A sua principal fonte de renda é o turismo. Também... pudera!
(veja a seqüência de fotos, abaixo)
É lindíssima, a cidade. Lá, parece que tudo são flores. Não há nenhum pedaço de papel no chão, parece que não há lixo, na cidade. É tudo tão limpo, colorido, suave e aconchegante...
Os edifícios são baixos. Até os comerciais.
As lojas têm à frente um pequeno canteiro, logo à porta, além do jardinzinho, na calçada (repare na foto); algumas expõem mercadorias no canteirinho; todos passam, ninguém furta, ninguém destrói.
Há vasinhos com arranjos de flores, nos postes de iluminação.
As calçadas são para pedestres.
Há charretes e lindas carruagens para passeios turísticos, e que fazem "ponto" nas esquinas das ruas. Cavalos bem tratados, cavaleiros bem vestidos e viajantes apaixonados por tudo o que vêem.
Pedestres têm prioridade, na travessia das ruas. Basta colocar o pé na pista que os carros param. Nem há necessidade de sinal de trânsito.

Adorei "Niagara-on-the-lake". Além disso, a minha mais linda foto de pôr-do-sol foi tirada ali, à beira do Lago Ontário; créditos para o meu pai. Qualquer hora eu trago essa tal foto pra cá também.
Perdi um casaco, em Niagara-on-the-lake. Já estava quase no "boat", para passear pelas Cataratas, quando dei falta dele. Era verão, mas rolava uma frente fria e era o único casaco que eu havia levado... Refiz o percurso, caminhando de volta cerca de 15 minutos. Quer saber??? Ele estava no exato lugar onde eu o havia deixado! E penduradinho na grade, para facilitar o achado. Nessa mais de meia hora entre perder e achar, ele ficou ali, exposto, aguardando que o dono viesse buscar. Ninguém levou.
Fiquei encantada... Eu não estou acostumada com isso, no meu Rio de Janeiro!
A sua principal fonte de renda é o turismo. Também... pudera!
(veja a seqüência de fotos, abaixo)
É lindíssima, a cidade. Lá, parece que tudo são flores. Não há nenhum pedaço de papel no chão, parece que não há lixo, na cidade. É tudo tão limpo, colorido, suave e aconchegante...
Os edifícios são baixos. Até os comerciais.
As lojas têm à frente um pequeno canteiro, logo à porta, além do jardinzinho, na calçada (repare na foto); algumas expõem mercadorias no canteirinho; todos passam, ninguém furta, ninguém destrói.
Há vasinhos com arranjos de flores, nos postes de iluminação.
As calçadas são para pedestres.
Há charretes e lindas carruagens para passeios turísticos, e que fazem "ponto" nas esquinas das ruas. Cavalos bem tratados, cavaleiros bem vestidos e viajantes apaixonados por tudo o que vêem.
Pedestres têm prioridade, na travessia das ruas. Basta colocar o pé na pista que os carros param. Nem há necessidade de sinal de trânsito.

Adorei "Niagara-on-the-lake". Além disso, a minha mais linda foto de pôr-do-sol foi tirada ali, à beira do Lago Ontário; créditos para o meu pai. Qualquer hora eu trago essa tal foto pra cá também.
Perdi um casaco, em Niagara-on-the-lake. Já estava quase no "boat", para passear pelas Cataratas, quando dei falta dele. Era verão, mas rolava uma frente fria e era o único casaco que eu havia levado... Refiz o percurso, caminhando de volta cerca de 15 minutos. Quer saber??? Ele estava no exato lugar onde eu o havia deixado! E penduradinho na grade, para facilitar o achado. Nessa mais de meia hora entre perder e achar, ele ficou ali, exposto, aguardando que o dono viesse buscar. Ninguém levou.
Fiquei encantada... Eu não estou acostumada com isso, no meu Rio de Janeiro!
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