
Leve, leve, muito leve,
Um vento muito leve passa,
E vai-se, sempre muito leve.
E eu não sei o que penso
Nem procuro sabê-lo.
Um vento muito leve passa,
E vai-se, sempre muito leve.
E eu não sei o que penso
Nem procuro sabê-lo.
(in Poemas Completos
de Alberto Caeiro)
8 comentários:
Gosto muito do Fernando Pessoa. Você sempre é muito sensível em cada post. Vai um texto que gosto dele, só para compartilhar.
"Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva…
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda"
Alberto Caeiro - em O Guardador de Rebanhos.
Bom dia, boneca Suzi.
Sou meio mal de poemas...não consigo entendê-los! Mas a imagem é muito bonita! Beijão
Não procures, encontra.
bacana, Inerte. De todas as pessoas do Fernando, acho que a que mais gosto é do Caeiro, mesmo.
Ai, Lilica, que coisa mais fofa... Achei tão lindinho seu jeitinho de falar... Fiquei imaginando você falando isso e rindo, com essas bochechinhas risonhas que você tem. hehehehe!!
Mas vou te contar: até a Clarice Lispector às vezes não entendia o que ela mesma escrevia!! Que se dirá de nós, Lilica... rs*
Beijos!
;o)
Então tá, Francis. Vou encontrar sabê-lo.
:o)
VIVA PORTUGAL !!!
=;o)
Orgulhoso da pátria e dos teus patrícios, não, Lad?
:o)
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