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segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Os dias antes das cinzas

Eita! Quanto tempo não venho aqui!
Mas tô de volta.
Feriadão de Carnaval e eu meti o pé da cidade. Subi a serra e fui parar em Paty do Alferes, interior do Rio. Gosto de praia e, fosse em outros Carnavais, você me encontraria na praia, todos os dias. Eu lembro que não faz muito tempo e o Carnaval era uma época em que as praias ficavam vazias de manhã, os cinemas faziam promoção com ingressos a valores simbólicos, os shoppings ficavam às moscas... mas o Rio tem ficado cada vez mais cheio e nesses dias tem ficado insuportável transitar pelas ruas - com trânsito intenso, muita gente bebendo sem medida... enfim, já não acho legal ficar por aqui. Mas não foi apenas pra fugir do Rio que eu fui pra lá. Nos últimos três anos têm sido a nossa escolha: ficar com a família e os amigos num lugar em que você vê o encontro do verde com o azul, ouve os pássaros cantando na sua janela, e senta embaixo das árvores para contemplar o belo. Paz é isso.



Sobremesa
Foram dias divertidos. Jogamos Imagem e Ação, Academia, Perfil, Quem sou eu?, Damas, Ludo, Dominó... fizemos sessão de Spa dos Cabelos, com direito a corte, hidratação... teve banho de mangueira, teve manga tirada do pé (contabilizamos 436 e comemos metade disso; as outras trouxemos pra casa), maratona "SUITS", passeio pelas matas, banho de chuva, fogão à lenha, chupamos cana, plantamos cana (bem, os homens plantaram), trouxemos mudas de babosa, menta, coentro, lírio, e de um tanto de outras plantas que já não lembro o nome... Ai, que delícia!!!

Almoço no fogão à lenha


Flor de maracujá
As namoradeiras

Tô de volta. Que os dias depois das cinzas sejam ainda mais coloridos do que foram os que passaram. E que venham mais dias de paz.

terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Embu das Artes

Fui a São Paulo neste fim de semana. 
Saí do Rio embaixo de chuva, chuva, muita chuva. Encontrei Sampa sob o sol, bem ao estilo Rio 40 graus.

Embu das Artes é um cantinho gostoso, ali em SP. Uma cidade cheia de artistas, cor e sabor. Caminhar pelas suas ruas com pessoas que você ama, tomar sorvete da infância, escolher coisinhas pra sua casa, almoçar junto, tirar fotos, ouvir boa música ao vivo enquanto caminha pela Viela das Lavadeiras... tudo isso faz parte do encanto que a cidade promove e da alegria que ela nos proporciona... 
Foi uma viagem e tanto! Com direito a uma paradinha em Penedo, na volta pro Rio. Outro canto maravilhoso!
 
Gaste suas horas, também, em família e com gente que você ama. 

É um privilégio.

Ao alcance da gente.

É uma grande chance de se sentir mais perto das coisas simples da vida... 





quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Angra dos Reis e dos Plebeus




Em março em vou pra Angra dos Reis com a galera do outro blog. Uma porção de plebeus. Em Angra a gente se diverte muito, principalmente se vai ficar na casa de J&P, que é o caso. Em Angra chove. Em Angra tem mar. Em Angra a gente joga jogo de tabuleiro e faz vídeos em casa e na estrada. Em Angra a gente come esfirra. Bem, a gente vai a Paraty pra comer esfirra, quando está em Angra. Os dias em Angra são cheios de cor, mesmo que chova e o céu esteja meio cinza. A gente chora de rir e a gente canta. Na verdade, essas coisas todas acontecem porque a gente tá ali rodeado de gente que é amiga da gente.

A conclusão é essa: a alegria se faz com aquilo que se é e não com aquilo que se tem.

sábado, 21 de janeiro de 2017

Costa Verde

Partiu!



sexta-feira, 10 de junho de 2016

Aí, de repente, volta tudo!

E aí que eu reencontrei um amigo. Fazia anos, muitos anos que não trocávamos nenhuma palavra, não tínhamos notícia um do outro, embora "a voz" dele andasse por aí. Eu não o via e nem sabia onde ouvi-lo há muito, muito tempo! E a mágica acontece nesse ponto, quando um lê o outro, vê o outro, ouve o outro, e percebe que nada mudou de lugar e tudo é mesmo igual como era antes.

São as pequenas grandes alegrias desta vida.


sexta-feira, 29 de abril de 2016

Longe... lento... é só um pretexto.

Uma vez eu dei de presente pra um amigo que estava indo morar em Portugal um livro do Bach chamado "Longe é um lugar que não existe".

Bobagem. Balela. 
Longe é um lugar que se chama Botafogo, se você mora na zona oeste do Rio de Janeiro. Duas horas de carro pra fazer um percurso de 30km. Longe, longe, muito longe. 

Na verdade, admito, não é isso. É mais correto dizer: lento, lento, muito lento, porque numa velocidade de 95km por hora (média de limite de velocidade das duas vias expressas), em menos de 20 minutos eu chegaria ao destino. Mas o trânsito do Rio tem cada vez mais a cara de São Paulo, e tá insuportável... O seu carro tem que ser uma espécie de Uber, com água, lanchinho, e motorista bem humorado (nunca usei o Uber e só imagino que os motoristas tenham um bom senso de humor).

Na verdade, essa volta toda que eu dei no post, com menção ao livro de Richard Bach e tal, é só um pretexto pra contar que hoje eu me lembrei de S., o amigo que foi pra Portugal e depois Espanha, voltou ao Brasil e agora, até onde sei, vive na Inglaterra de Queen Elizabeth Alexandra Mary Windsor Isabel II.

É gostoso e faz parte das pequenas alegrias da vida lembrar de gente que dá saudade. Saudade é uma coisa boa.

Hoje é sexta e vem um final de semana inteiro aí, pela frente. E de repente eu vou procurar ter notícias de S. e de quem mais, faz tempo, eu não vejo. Porque isso faz bem pra gente. Sempre faz bem. Afinal, lento, lento, lento, tudo bem, isso existe. Mas longe... ah! "longe é um lugar que não existe.".

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Praia

Praia. A gente vai de um jeito e sempre volta melhor do que foi.