quarta-feira, 17 de junho de 2009

Quando seu coração se enternece

Um post despretensioso, mas que comove a gente...

terça-feira, 16 de junho de 2009

Preciso mesmo ir trabalhar??


Definitivamente, eu não nasci para o frio...
Eu, hein! Parece até que o inverno está chegando!
Trabalhar, até vá lá. Mas, vamos combinar... No frio???

E aí, chefia?

Um chefe, daqueles beeeeem chatos, considerando que seus subordinados já não respeitavam mais sua liderança, resolveu colocar a seguinte placa na porta da sua sala:


"AQUI QUEM MANDA SOU EU"



Ao voltar de uma reunião, encontrou, ao lado da placa, o seguinte bilhete:

"SUA MULHER LIGOU E DISSE
QUE É PARA O SENHOR LEVAR
A PLACA DELA DE VOLTA."

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Que tal luminárias novas em casa?



Outras ideias? Clique AQUI

domingo, 14 de junho de 2009

Por email

Mineiro é aquele cara que tem fama de ingênuo e desconfiado. Fala um português bem particular (bem mineiro, digamos) e pode ser o protagonista de piadas ótimas.
E aí eu recebi por email, esses dias, uma sequência de piadinhas de mineiro. Bobeirinhas, que fazem a gente rir um "cadin", uai!


O EMPRESÁRIO E O MINEIRIM!
Num certo dia, um empresário viajava pelo interior de Minas.
Ao ver um peão tocando umas vacas, parou para lhe fazer algumas perguntas:
- Acha que você poderia me passar umas informações?
- Claro, sô!
- As vacas dão muito leite?
- Qual que o senhor quer saber: as maiáda ou as marrom?
- Pode ser as malhadas.
- Dá uns 12 litro por dia!
- E as marrons?
- Tamém uns 12 litro por dia!
O empresário pensou um pouco e logo tornou a perguntar:
- Elas comem o quê?
- Qual? As maiáda ou as marrom?
- Sei lá, pode ser as marrons!
- As marrom come pasto e sal.
- Hum! E as malhadas?
- Tamém come pasto e sal!
O empresário, sem conseguir esconder a irritação:
- Escuta aqui, meu amigo! Por quê toda vez que eu te pergunto alguma coisa sobre as vacas você me diz se quero saber das malhadas ou das marrons, sendo que é tudo a mesma resposta?
E o matuto responde:
- É que as maiáda são minha!
- E as marrons?
- Tamém!


INDO PARA A PESCARIA...
Os dois mineiros se encontram no ponto de ônibus em Cocalinho para uma pescaria.
- Então cumpade, tá animado? pergunta o primeiro.
- Eu tô, home!
- Ô cumpade, pro mode quê tá levano esses dois embornal?
- É que tô levano uma pingazinha, cumpade.
- Pinga, cumpade? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!
- Cumpade, é que pode aparece uma cobra e pica a gente. Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole que é pra mode num sinti a dô.
- É... e na outra sacola, o que qui tá levano?
- É a cobra, cumpade. Pode num tê lá...


MINEIRIM COMPRANDO PASSAGEM
O mineirin vai a uma estação ferroviária para comprar um bilhete.
- Quero uma passage para o Esbui - solicita ao atendente.
- Não entendi; o senhor pode repetir?
- Quero uma passage para o Esbui!
- Sinto muito, senhor, não temos passagem para o Esbui.
Aborrecido, o caipira se afasta do guichê, se aproxima do amigo que o estava aguardando e lamenta:
- Olha, Esbui, o homem falou que prá ocê não tem passagem não!


A PESQUISADORA E O MINEIRIN
Uma pesquisadora do IBGE bate à porta de um sitiozinho perdido no interior de Minas.
- Essa terra dá mandioca?
- Não, senhora. - responde o roceiro.
- Dá batata?
- Também não, senhora!
- Dá feijão?
- Nunca deu!
- Arroz?
- De jeito nenhum!
- Milho?
- Nem brincando!
- Quer dizer que por aqui não adianta plantar nada?
- Ah! ... Se plantar é diferente...


MINEIRICE
Dois cumpadre de Beraba tavam bem sossegadim fumando seus respectivo cigarrim de paia e proseano.
Conversa vai, conversa vem, eis que a certa altura um deles pergunta pro outro:
- Cumpadre, u quê quiocê acha desse negóço de nudez?
No que o outro respondeu:
- Acho bão, sô!
O outro ficou assim, pensativo, meditativo...e perguntou de novo:
- Ocê acha bão purcaus diquê, cumpadre?
E o outro:
- Uai! É mió nudês do que nunosso, né mesmo?


UAI SÔ
Um mineirinho bom de cama, passando por New York, pega uma americana e parte para os finalmentes.
Durante a relação, a americana fica louca e começa a gritar:
- Once more, once more, once more...
E o mineirinho responde desesperado:
- Beozonte, Beozonte, Beozonte...

sábado, 13 de junho de 2009

Feliz Sábado!!


Ei, você aí, FELIZ SÁBADO!!!

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Pelo Dia dos Namorados


A namorada
Manoel de Barros

Havia um muro alto entre nossas casas.
Difícil de mandar recado para ela.
Não havia e-mail.
O pai era uma onça.
A gente amarrava o bilhete numa pedra presa por
um cordão
E pinchava a pedra no quintal da casa dela.
Se a namorada respondesse pela mesma pedra
Era uma glória!
Mas por vezes o bilhete enganchava nos galhos da goiabeira
E então era agonia.
No tempo do onça era assim.

Manoel de Barros in "Tratado geral das grandezas do ínfimo",
Editora Record - Rio de Janeiro, 2001, pág. 17

Imagem DAQUI

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Adivinhe quem é!



Não procure no google nem nos sítios de notícias.
Apenas tente reconhecer essa senhora.
Dê seu palpite nos comentários.
Amanhã eu conto quem é.

Bom feriado!!

Carpe diem!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Mestres e aprendizes

Curiosamente, somos grandes mestres quando apresentamos alternativas para a resolução dos problemas dos nossos amigos, e pequenos aprendizes quando se trata dos nossos próprios conflitos.

Mas a beleza disso é que enquanto se ensina, também se aprende. E a experiência do outro é um laboratório para nós mesmos.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Penumbra


A penumbra é terrível porque é como se você vivesse num trecho entre o dia e a noite; é quando você se encontra num ponto de transição da luz para a sombra. E ali, talvez você quisesse que seus olhos não vissem nada; mas eles veem: contornos, vestígios, sombras, figuras sem forma, que assustam, atemorizam, às vezes até enfraquecem a vida.

Trata-se de uma área escura, mas não exatamente um negrume total. E chega a agonizar, estar na penumbra. Você luta para discernir aquilo que seus olhos veem; quer identificar as formas; quer luz. Uma vida vivida na penumbra é capaz de enlouquecer uma pessoa. Imagine... durante anos e anos... parado naquela zona de transição. Só vultos, silhuetas, nenhuma definição... Não dá.

Você pode até pensar na penumbra para o começo de uma noite de amor, pensar na penumbra como um momento que antecede a descoberta, o prenúncio daquilo que logo você vai ver, em plenitude, porque haverá luz, definição. Mas pense numa vida inteira na penumbra, sem nunca conseguir chegar à visão absoluta, à imagem completa, à visão clara e exata daquilo que só via em parte. Não dá...

Atravesse. Passe da margem. Procure a luz.

Desde criança aprendi sobre "ser a luz do mundo"; também ouvi sobre o "Sol da Justiça", a "estrela da alva", sobre ser quente ou frio, não morno. Definição. A penumbra não é o equilíbrio entre a luz e as sombras; é muito menos. É aquela incômoda faixa intermediária... apenas uma zona de passagem, um ponto de transição. Não se pode permanecer numa área de passagem; é preciso atravessar, chegar ao outro lado. E então, será preciso recomeçar.

Este é um novo dia pra você e pra mim.
Amanheceu, embora haja tantos na penumbra. Não é suficiente sair da escuridão. É preciso ultrapassar a penumbra. Chegar à luz. Ver com plenitude. Completamente.

Traga alguém para a luz, quem sabe você mesmo.
E tenha um bom dia! Mas bom dia mesmo!

sábado, 6 de junho de 2009

Feliz Sábado!!

Hoje é o dia que o Senhor nos deu!
Regozijemo-nos e alegremo-nos nele!
Feliz Sábado!!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Daqui a pouco ela está chegando...


Não... Não só a mala. A mala, a minha primuska e tudo o mais.
É que a alegria, quando vem, vem sempre acompanhada.

Sejam bem-vindos!!!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Avante!

Às vezes você precisa dar DEZ passos pra trás, para seguir em frente...
Pode ser difícil recuar, quando se quer ir adiante... mas já percebeu que nenhum automóvel é fabricado sem a marcha-ré?

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Tragédia


Confesso que ando me recusando a acreditar, mas agora as evidências já são enormes demais para continuar negando...
Na manhã da última segunda-feira amanheci ainda sorrindo pela estreia do Adriano no Flamengo, pela vitória do meu time... Sentei-me aqui, nesta mesma cadeira, para começar mais um dia de trabalho e abri a página do noticiário. Ao me deparar com a manchete, dando conta do "desaparecimento" de uma aeronave durante a noite/madrugada, uma sensação estranha tomou conta de mim. Uma agonia que não sei descrever.

Não tenho parentes nem amigos (ao menos que saiba, até agora) que tivessem embarcado naquele voo, mas não é preciso conhecer alguém para sentir a dor da tragédia... Pouco comentei sobre o acidente. Na minha mente, cada vez que surgia a imagem de pessoas lutando para sobreviver no meio de um oceano, na madrugada, em águas geladas, cada vez que eu pensava em hipotermia, em literalmente morrer de frio, eu trocava o filme e sonhava com um sequestro, para imaginar o menos. Não sei traduzir em palavras os sentimentos, as sensações. Só sei que o tempo inteiro eu queria pensar num sequestro... Melhor viver um trauma do que não viver mais a vida.
Os destroços, a poltrona, todas as evidências, e eu desejando que fossem restos de qualquer outro acidente anterior, na história.

Mas não dá mais pra pensar assim...

A Aeronáutica já confirmou, os destroços são mesmo do avião da Air France. A região onde foram encontrados, uma das mais hostis do oceano, correntes marítimas fortíssimas.

Acabou o sonho.

domingo, 31 de maio de 2009

"A vida só é possível reinventada."
(Cecilia Meireles)

sábado, 30 de maio de 2009

Feliz Sábado!!

A gente sempre pode melhorar as coisas.
Depende muito mais de nós mesmos
do que dos outros.
Faça acontecer.
Simplesmente
faça.


p.s. não se impressione;
o recado é para mim mesma...

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Que espécie de medo você sentiria, se se visse sozinha, na rua, numa noite e numa rua pouco iluminada, com o pneu do seu carro furado, e sem ter ninguém com quem contar?

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Pediram pra contar, então lá vai!


Você pega um voo às 23h20min no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro com destino a São Paulo, Guarulhos.
O aeroporto internacional do Rio sempre (e isso inclui, ao menos, passado e presente) foi chamado de "Galeão". Parece que o nome original tem a ver com a Escola de Aviação Naval, que se localizava ali, na "Ponta do Galeão". Lá pelo final dos anos 40 o Galeão começou a receber voos comerciais e passou a ser chamado de "Aeroporto Internacional do Galeão". Em 1999 o nome mudou, para homenagem ao querido maestro Antônio Carlos Jobim, e embora o novo nome tenha dado um certo charme aos pousos e decolagens, um certo "it" aos passageiros que desembarcam e embarcam na Cidade Maravilhosa, berço da bossa nova, o certo é que o Tom Jobim continua sendo o Galeão, inclusive como sigla de aeroporto - GIG.


Pois bem.
47 minutos depois, a aeronave aterrissa em Cumbica. Não faz frio, ao contrário do que se imaginou, mas nota-se que é São Paulo pela indumentária das pessoas. Curioso, como é diferente, o jeito de se vestir dos paulistas, comparado aos cariocas...
Ao meu lado, pelo corredor, também chegando na cidade da garoa, Sandra Corveloni (melhor atriz em Cannes, por "Linha de Passe"); parado ao meu lado na esteira das malas, um outro famoso - para mim, desconhecido. Percebo que é famoso porque alguém, de repente, olha pra ele e pergunta: - "Posso tirar uma foto com você?" Simpático, ele concorda. Eu entorto os olhos tentando descobrir quem é. Suponho que se estivesse com minha câmera à mão poderia pedir a mesma coisa e depois, em casa, juntaria os amigos e faria um jogo de adivinhações, tentando descobrir quem é o moço... Mas confesso que me deu preguiça.


Pego as malas, as portas se abrem, e lá do outro lado minha prima me aguarda. Um moço bonito, ao lado dela, sorriso nos lábios dos dois. Tudo bem que eu queria uma plaquinha, típica das recepções nos aeroportos, mas não rolou... Abraços, beijos, apresentações, risos e "saudades matadas". Dormir? Só depois das três da madruga, quase quatro. Afinal, eu não viajei pra dormir...

Sábado.
Pela manhã, novos amigos e o reencontro com um Amigão, depois de... bem... depois de váaaaaarios anos, digamos.
Ouvimos juntos uma fábula sobre a espécie de confiança que os filhos têm na figura do pai. E, moral da história, reaprendemos sobre o significado de confiar em Deus e sobre a Sua fidelidade. Cantamos juntos, também. E eu sempre me comovo quando ouço ou canto aqueles versos...

"Na oração encontro calma / Na oração encontro paz / Orar a Deus faz bem a alma / Falar com Deus me satisfaz. // Falar com Deus, que privilégio / Abrir a alma ao Criador / Sentir que os céus estão abertos / E ouvir a voz do Salvador. // Grande é o nosso Deus / E as obras que Ele faz / O Seu amor não tem limites / E em Seu perdão encontro paz..."


Fui convidada para almoçar "numa padaria".
Um carioca vai imaginar que "almoçar na padaria" é se alimentar de um sanduíche de bife, por exemplo. Que nada! Um tremendo restaurante! Mas, como fabricam e vendem pão, os paulistanos chamam de "padaria". Pode?? Que descaso...
De sobremesa, tantas opções que a vontade era passar ali o restante da tarde, aproveitando de tudo!

Um pouco depois, parada estratégica em "Campo Grande", e eu penso: como pode, uma pessoa sair de um Campo Grande e ir parar em outro? A pessoa mora a vida inteira com a família em Big Field, no Rio de Janeiro. Vai embora pra São Paulo e resolve habitar onde? Onde? Onde??? Pois é, em Campo Grande!
Conheci a Ana Carolina. A cadelinha; não a cantora, ainda bem.
Quando vi, eu estava lá. Com direito a gargalhadas, sessão de fotos, caras e bocas, poses e sorrisos, lá estávamos nós: eu e ELA, AO VIVO, no Sofá do Amigão!


Enfim, à noite, o casamento.
Curioso como eu, uma pessoa que só comparece a casamentos em duas situações, curti tanto aquela festa! Eu era só uma convidada, mas as coisas caminharam de tal modo que minha participação foi muito além disso. Cada instante foi emocionante. Afinal, a emoção do pai do noivo era de contagiar!


A festa, um festão! Um jantar de primeira, uma delicada decoração, e alegria geral. Uma daquelas festas da qual ninguém sai reclamando. E eu, que me preocupara tanto com o que vestir num casamento no frio... me senti em casa! Era como se estivéssemos no Rio de Janeiro. Quase um "Rio 40 graus". E a minha maravilhosa estola de pele (sintética, "of course"), ficou pendurada na cadeira...
Quanto desperdício!!



Não importa o tempo que você fique sem ver
seus verdadeiros amigos;
você há de reconhecê-los, sempre,
pelo calor da voz,
pela sinceridade do abraço,
pelo sorriso nos lábios.
Cada um de nós tem seu próprio caminho para seguir,
e talvez a vida até se encarregue de nunca mais
promover um reencontro...
Mas nunca perca a oportunidade de fazer um amigo,
porque a vida não terá a menor graça
se depois de quarenta anos
você não puder se reconhecer
como parte da vida
de alguém.

terça-feira, 26 de maio de 2009

I have a dream

Sei lá... vontade de sair cantando assim...

I have a dream

I have a dream, a song to sing
To help me cope with anything
If you see the wonder of a fairy tale
You can take the future even if you fail
I believe in angels
Something good in everything I see
I believe in angels
When I know the time is right for me
Ill cross the stream - I have a dream

I have a dream, a fantasy
To help me through reality
And my destination makes it worth the while
Pushing through the darkness still another mile
I believe in angels
Something good in everything I see
I believe in angels
When I know the time is right for me
I'll cross the stream - I have a dream
I'll cross the stream - I have a dream

I have a dream, a song to sing
To help me cope with anything
If you see the wonder of a fairy tale
You can take the future even if you fail
I believe in angels
Something good in everything I see
I believe in angels
When I know the time is right for me
I'll cross the stream - I have a dream
I'll cross the stream - I have a dream