segunda-feira, 24 de abril de 2006

Caillou

 
Estes são os amiguinhos do V. e da L.
Desenho divertido e educativo.

Boicote à Nestlé

Alguns ficaram pasmos com a informação, o que fez rolar vários comentários, lá no "Jogo do Currículo 2", da MW.

Eu já boicoto a Nestlé há uns dois anos. Só sinto falta, mesmo, é da Farinha Láctea, que eu a-do-ro!, e é, inarredavelmente, a melhor do mercado, em sabor. Mas sabor não é tudo. Ética é fundamental. E a Nestlé, definitivamente, não tem.

Substituí todos os produtos que eu comprava (tipo: Nescau, chocolates, creme de leite, leite condensado, coisas da Maggi etc.) por outros de marcas diferentes, e não tenho sentido a-me-nor-fal-ta! Quanto à Farinha Láctea, tentei outras marcas mas não gostei. Então, abri mão e não consumo mais o produto. Não foi tão simples, admito; mas é necessário um certo sacrifício, quando se está tratando de "boicote".

Não compro nenhum produto Nestlé por conta da destruição das fontes de águas de São Lourenço. E não estou sozinha. Aí ao lado deixei alguns endereços, para você ler um pouco mais a respeito do boicote que rola em 20 países do mundo!, especialmente por conta da alimentação infantil fabricada pela empresa suíça, sendo que em relação à desmedida exploração comercial e desmineralização das águas de São Lourenço o boicote já atravessou as fronteiras do Brasil.

Leia mais!

(tem até comunidade no "orkut!")

Poesia numa hora dessas? (parte VI)

"Deus nos livre do requerimento em três vias,
do protocolo, das fotografias 3x4,
da ficha de chamada, da espera na fila e
de descobrir que não é aqui,
é no outro guichê.
Deus nos livre do outro guichê."
(Veríssimo)

Ainda sobre casamentos

Cantar Vinicius e Tom Jobim é sempre bacana e dá uma certa emoção até na gente, porque nem sempre a noiva escolhe as melhores músicas; e quando isso acontece, rola mesmo uma certa magia no ar. Com Vinicius e Tom é impossível errar.
Então, imagine a troca das alianças com "Eu não existo sem você"...

"Assim como o oceano só é belo com o luar
Assim como a canção só tem razão se se cantar
Assim como uma nuvem só acontece se chover
Assim como o poeta só é grande se sofrer
Assim como viver sem ter amor não é viver
Não há você sem mim e eu não existo sem você."

Rio, sol e SP

Calor de Rio de Janeiro num domingo de abril em São Paulo não é assim uma coisa tão comum. E quando acontece, é claro que eu tenho de estar por lá.
Final de semana show!!!

sábado, 22 de abril de 2006

Para G. e H.

 

Casamentos

Há duas possibilidades de você me encontrar numa cerimônia de casamento:
a) se os noivos forem (muito) amigos meus; pelo menos um deles.
b) se eu for convidada "profissionalmente".
Porque não é o tipo de festa que me anima...

Esta semana, G. e H. se casaram. Taí! Esse era um casamento que eu gostaria de ter ído (opção "a").
Ela trabalhou comigo e, desde então, temos um grande carinho mútuo.
Com ele, eu estudei na mesma sala, por uns oito anos. Era divertido e me fazia rir de suas piadas - quanto mais sem-graça, mais eu ria...
Onde quer que nos encontremos, eu, G. e H., o sorriso e os abraços são sempre tão sinceros e afetuosos!
Pois não consegui estar lá, no casório. Trabalho e trânsito me impediram, e eu fiquei triste, com isso; afinal, foram quase dez anos de espera por esse momento.

E então, hoje, estarei em outra cerimônia de casamento. Opção "b", agora.
E como não é aquele evento para o qual você se arruma porque vai encontrar amigos e se divertir, vou tratar de descansar e dormir um pouco, para estar bem, quando chegar a hora. É preciso um certo preparo, quando a opção é a "b".

Histórias de amor - IV

Ela ligava.
Ele atendia.
Ela fazia juras de amor.
Ele a ouvia.
Ela esperava.
Ele chegava.
Trazia-lhe chocolates.
Ela se derretia.

Final de semana

Está praticamente tudo planejado para que meu domingo seja um dia muito muuuuuito legal!

sexta-feira, 21 de abril de 2006

Sobre crianças, alegria, e mar

Por volta das dez e pouco da manhã, e de repente, chegam cerca de doze crianças, na praia, acompanhadas de um só adulto. Até agora não sei se eram de alguma escolinha de futebol, se eram de algum instituto, mas sei que não eram todos irmãos, assim, de sangue. Havia loirinhos, negros, morenos, mulatinhos, todos de short, todos sorridentes. A idade devia variar entre 8 e 15 anos, talvez.

Chegaram soltos, leves, mas organizados, numa boa, e naturalmente, porque não havia ninguém exigindo isso deles. Via-se que estavam animados, sorridentes, curtindo. Conversavam animadamente.
Arrumaram as bicicletas uma ao lado da outra, na areia, e saíram correndo pro mar, sem jogar areia em ninguém, mas correndo, saltando, impressionantemente felizes.
Ali eu já achei que aquela cena já fazia valer o meu dia!

O adulto que as acompanhava, um rapaz, talvez de uns 28/30 anos, alto, negro, cara de boa gente, ficou ali em pé, ao lado das bicicletas, enquanto as crianças se divertiam no mar. Ele apenas olhava, cuidando de longe, atento. Sem cara de mau, tinha um certo ar protetor. Achei isso tão bacana!

Achei curioso, também, ele não ter dado nenhuma instrução, antes que os meninos se dispersassem. Canso de ver os pais gritando com os filhos, na praia, ou mesmo advertindo-os, carinhosamente, para que tenham cuidado no mar, para que não joguem areia em ninguém, para que não briguem, não fiquem pedindo pra comprar as coisas etc. etc. Mas o rapaz não deu nenhuma ordem e eles todos sabiam exatamente como fazer, para ter u'a manhã divertida, na praia.

Uma coisa que acho legal é que no Recreio as pessoas são mais gentis que em outras praias. É, eu acho mesmo. Fico pensando que se essas crianças chegassem em Ipanema, por exemplo, pelo menos "meia dúzia de 20 ou 30 pessoas" já estaria olhando torto, segurando suas bolsas, fazendo cara feia, mesmo. Já vi cenas assim, exatamente em Ipanema, uma praia tão charmosa, e que só devia ter gente com charme no trato pessoal também. Mas...

Pois bem, a criançada (graças a Deus) estava no Recreio dos Bandeirantes, Posto 9. E se divertia tanto, que era capaz de causar inveja em muita gente!

Cerca de uma hora, uma hora e meia depois, os meninos já estavam indo embora. Na verdade, quando eu olhei - e as bicicletas estavam perto de mim - já nem vi mais ninguém. Foram tão discretos, na hora de ir, que eu nem percebi...

Mas a alegria que irradiaram ficou na praia até a tardinha.

Feriadão

 
Bom dia sol!!!, bom dia, dia!!!
Esse é o meu canto, hoje.
"Au revoir"!

quinta-feira, 20 de abril de 2006

Chá das dez e das duas

Aqui dentro a temperatura deve estar a 21º.
Pra mim é como se estivéssemos no pólo norte. Eu não tenho uma relação muito boa com o frio. E a não ser que eu use luvas, de nada adiantam casacos, porque meus dedos ficam (con)gelados!
É por isso que por volta das dez da manhã e de duas e meia da tarde, quando passa "o carrinho da copa", eu fico tão feliz!
Um chá de erva-doce sempre cai bem.

Casa Loma

 
Esta é a Casa Loma. Um castelo belíssimo, no Canadá.
Depois eu conto a história disso.

Que furo...

Ontem cometi uma gafe, daquelas que são divertidas só porque se trata de um amigo.
Do contrário, era fria!
Ainda bem que V. tem bom humor. E eu também.

O sol voltou!!!

 
E as flores, na varanda, estão viradas pra ele.

quarta-feira, 19 de abril de 2006

Que me desculpem os senhores advogados, mas não é sempre que encontramos algum de vocês assim tão simpático e gentil.

Pois hoje recebemos dois exemplares dessa raridade! Ponto pra vocês.
Um deles, estagiário - e esse deveria valer o dobro dos pontos, porque, às vezes, os estagiários conseguem superar o mais antigo dos causídicos, no quesito "dono da verdade".

Z. não gostou muito do que chamaria de "excesso de gentileza" de nossa parte, mesmo sabendo que era uma espécie de retribuição. (Puro ciúme!) Mas o que vale é que a tarde ficou agradável, depois de percebermos o encanto deles com nossa presteza e com a rapidez dos procedimentos.

Somos competentes e ágeis (uêbaaaa!!!). O que se há de fazer? - além de sorrir, em agradecimento?

Os homens são de Marte

"Os Homens são de Marte... e é pra lá que eu vou!" é o nome de uma peça que ficou um tempão em cartaz no Teatro Vannucci (nem sei se ainda está por lá).
Um sucesso.
Olha a frase:
"Agora, bastou ser educado comigo que eu apaixono!"
hohoho!!

Logo de manhã...

Hoje acordei com uma imensa saudade de V. e L.
Todos os dias, quando venho do francês, passo em frente à casa em que moravam, e isso me traz lembranças boas. Lembro dos sorrisos, das brincadeiras no chão da sala, com "Hot Wheels", das gargalhadas do V., dos sorrisinhos e abraços da L., com aqueles olhinhos que brilham.
Hoje acordei com essa saudade tão grande!
Porque a minha bebéia e o meu "menino" (ele não é mais bebê; é um menino, como me disse), são dois pedacinhos de mim que foram passear em outra cidade...

terça-feira, 18 de abril de 2006

 

"O Caderno"

Hoje eu estava ouvindo "O Caderno", do Toquinho, no trajeto Centro-Barra.
Caramba... Por que essa música sempre me faz derreter??
Ela é tão doce, tão menina!
Fico lembrando daqueles diários, caderninhos que todas nós tínhamos. Onde escrevíamos do beijo roubado, da paixão secreta, do amor platônico. Onde anotávamos os maiores segredos do mundo, e colávamos embalagem de chocolate, bilhete do cinema, papelzinho de bala...
Seguiam a gente o tempo todo, em casa e na escola, e guardavam as mais preciosas lembranças.
Ainda acho lindos aqueles versos:
"Sou eu que vou ser seu amigo
Vou lhe dar abrigo
Se você quiser
Quando surgirem seus primeiros raios de mulher".

Que coisa mais linda... "quando surgirem seus primeiros raios de mulher..."

Histórias de amor - III

Ele passava-lhe os dedos por entre os cabelos.
Ela sorria, docemente.
Ele pensava que ela era um presente de Deus.
E ela não se queixava.

Sobre chuva, agenda e liminares.

Esse tempo chuvoso tira um pouco as minhas energias. Sei lá, os olhos apertam um pouquinho, a musculatura fica levemente alterada, enfim, em palavras mais claras: dá uma preguiça...
Minha agenda está cheia de coisas, hoje. Mas não consigo "ticar" nada. Estou por conta de liminares, desde cedo. E tudo o que estava na agenda vai ficando pra daqui a pouco.
E já é quase meio-dia!

Dedicatória

 

segunda-feira, 17 de abril de 2006

Quase oito horas

Agora, se me dão licença... Jack Malone e Danny já estão chegando.

Cruzada

"Não há sinal de sol
mas tudo me acalma no seu olhar..."

(Tavinho Moura e Márcio Borges)

Chove lá fora. Nenhum sinal de sol o dia inteiro...

 

Poesia numa hora dessas? (parte V)

"Deus nos livre dos bêbados que confidenciam.
Deus nos livre das mulheres que miam.
Deus nos livre de um dia acordar de ressaca,
sair da cama e descobrir que estamos
no palco do Teatro Municipal lotado."

Veríssimo

Histórias de amor - II

Ele ía ao mercado e trazia-lhe flores.
Ela ía à pracinha e comprava-lhe pipocas.
Eles se amavam com essa simplicidade.
E da janela olhavam o sol se pôr.

Trinta dias

 
"... é só tristeza e a melancolia que não sai de mim,
não sai de mim, não sai..."


Faz trinta dias...
Ainda choro, só de pensar.
Mas tenho me alimentado com a certeza do reencontro.
Penso nas músicas que ele compôs nos últimos meses.
Penso na criança que era.
Choro mas já consigo sorrir, com as boas lembranças que me deixou.

Deus te guarde para o dia em que nada mais nos há de separar.
O dia em que todas as flores terão cor.
E nossos olhos brilharão de alegria.
De uma vez por todas!
Amigos para sempre.
Por enquanto, fica essa saudade.

domingo, 16 de abril de 2006

Páscoa

 
Páscoa - todos irmãos

A oração de Jesus
"...Guarda Teus filhos com amor
Guarda, são todos Meus irmãos
Que tenham Teu favor
Que sejam sempre um
Como Tu és em Mim e Eu em Ti
Também sejam um, em nós."

Orkut

O orkut já me trouxe gente que se havia soltado há muitos anos da minha rede!
Esta semana encontrei a I., que estudou da 1ª à 8ª série comigo.
Foi um dos encontros mais bacanas, que eu tive, por conta desse "yakult".
É também, às vezes, um meio mais prático que os e-mails! Como pode??? Pois é.
Você declina dos convites e justifica algum furo, ali mesmo na tela, e tem certeza de que o outro vai receber (o outro e todos os outros do mundo, é verdade! quanta falta de privacidade!).
Até agradecer presentes e chocolates você pode fazer por meio do orkut, quando não consegue ligar nem aparecer. Dá pra pedir, também, como fiz com o "cara-de-pau" do C., que só aparece pra levar embora minhas jujubas...
É divertido, esse brinquedinho.

Além de tudo

Acho que além de desconcentrada, estou verborrágica, hoje...
Não é mesmo, A.?

Quase meio-dia

Vou pro almoço de Páscoa.

Chocolates

S. me mandou trufas de chocolate, ontem.
Derretem na boca.
Estou me controlando pra não comer tudo de uma vez.
Fechei em 3 vezes, sem com juros.

O Rei

Toca Roberto Carlos em algum apartamento vizinho.
Definitivamente não é o tipo de música que eu ouviria, num domingo.

Domingo difícil

 
Estou com dificuldade de concentração. (Já se percebeu...)
Os processos estão me olhando, eu folheio os autos. Não sai muita coisa. A "nova" Lei de Falências me atrapalha - preciso estudar. Conselhos Regionais também me chateiam, hoje. São mesmo típicas Autarquias Federais? Com todas as prerrogativas?
Há jurispurdência e juris(im)prudência a respeito.
Também tem o francês, ali me esperando.
E o sol chamando.
A imagem das ondas do mar vêm toda hora, e eu me agonio porque não estou lá, pra ver de perto. Mas hoje é domingo e eu estou de plantão, aquela coisa de "horas de sobreaviso". Horas que não acabam mais...
M. comentou comigo, ontem, que quando estiver judicando vai acolher os pedidos de pagamento de horas de sobreaviso, porque também se sentiu numa jaula, nestes últimos 4 dias. Concordo.

Coisa de domingo

Por que será que aos domingos tenho vontade de ouvir Vander Lee?
Será que sou do tipo que ele canta que é "uma espécie em extinção"??

Na porta da geladeira

 

Poesia numa hora dessas? (parte IV)

"Deus nos livre da doença, da miséria,
do escapamento radioativo e das pessoas que
cutucam e dizem 'Hein? Hein?'."

(Veríssimo)

Histórias de amor - I

Ele lembrou-a:
- Prometeste que me aguardarias pelo tempo que fosse preciso.
Ela contou os anos.
E foi-se embora.

Remédios caseiros

A dor de cabeça de ontem passou.
Dengo, repouso e chocolates curam praticamente todos os males.

sábado, 15 de abril de 2006

Dor de cabeça

Dor de cabeça. Muita dor de cabeça.
Vou almoçar e dormir um pouco. Geralmente resolve.
Um doce e um dengo também ajudam.

sexta-feira, 14 de abril de 2006

Anotação na agenda de 1991


SOCORRAM-ME SUBI NO ÔNIBUS EM MARROCOS
Anderson 5/01/91


(Brincando de ler de trás pra frente, letra por letra)
Mais um momento da minha saudade do Anderson...

Páscoa

O sacrifício e a morte de Jesus foram, incontestavelmente, por amor à humanidade. Impossível não retribuir.
Feliz Páscoa!!
 
No meu currículo devia constar: já colhi amoras no pé e comi embaixo da árvore. 

Feriado ou dia normal???

Essa expectativa não é legal... A gente termina não curtindo o dia de folga, porque pensa na mão-de-obra que vai dar estar na praia, por exemplo, e o telefone tocar; você tem de sair correndo pra casa, tomar banho, se arrumar, pegar o carro e chegar no trabalho, sabendo que, desde a hora em que o telefone tocou as pessoas já estão lá, esperando você. É desconfortável.
Aí, preferi ficar em casa, hoje, e aproveitei pra adiantar logo o que tenho de aprontar até terça-feira. Pelo menos rola uma sensação de que não foi um dia perdido.
E não foi mesmo!!

Poesia numa horas dessas? (parte III)

"Deus nos livre da ira, da soberba, da gula,
da luxúria, da avareza, da inveja, da preguiça e
desta mania de limpar o ouvido
com uma tampa de caneta Bic."
(Veríssimo)

Filosofia do Direito

"A experiência jurídica representa a especificação de uma forma de tutela ou de garantia social do que é valioso. E se dissermos que nada é tão valioso como a possibilidade de realizar livremente novos bens valiosos, compreenderemos que o problema da liberdade se põe no âmago da experiência do direito, como de toda a experiência ética, pela razão fundamental de ser a liberdade a raiz mesma do espírito."

(Trecho da obra de Miguel Reale - imortal que, num contra-senso, morreu hoje, aos 95 anos)

quinta-feira, 13 de abril de 2006

Hoje é noite de lua cheia; amanhã, mesmo que uns não queiram, será de outros que esperam...


Amanhã (Guilherme Arantes)

"Amanhã a luminosidade,
alheia a qualquer vontade
Há de imperar
Amanhã está toda esperança
por menor que pareça
Existe, e é p'ra vicejar
Amanhã, apesar de hoje,
será a estrada que surge
P'ra se trilhar
Amanhã, mesmo que uns não queiram
será de outros que esperam
Ver o dia raiar..."

(foto de Ricardo Duarte)
 

Pelo menos

Ao menos eu passei o dia na praia, ontem...

 
Plantão agitado, hoje. E parece que amanhã não vai ser diferente...
Pior é estar de plantão até domingo e passar o feriadão inteiro com medo do telefone tocar e ser acionada pra vir...
Mantenha sempre alguma coisa bonita à vista; nem que seja uma flor num copo de geléia.

 
"I may not win but I can be strong..."

quarta-feira, 12 de abril de 2006

Flinstones Family

 
Essa família também era divertida!!
Tenho muito orgulho do meu pai, por diversas razões.
Sempre o admirei, por exemplo, como profissional. Indiscutivelmente querido por todos, mantém até hoje as amizades que fez ao longo dos anos de trabalho. Honestidade, retidão de caráter e confiabilidade, são características incontestáveis.

Coisas da infância, que me lembram meu pai e a vida da gente:

1) jogos do Flamengo, na TV (aliás, no jogo de hoje, até agora o placar tá nos 5x1, pra gente. Acabo de ligar pra ele, pra comentar. A alegria é indisfarçável! Sempre foi assim!);

2) festas de Natal na Remmington - inesquecíveis!;

3) as montanhas em frente à casa dos meus pais - porque a gente sempre escalava, aos domingos; passava o dia lá em cima, com lanche que minha mãe fazia, e brincadeiras num riachinho que corria;

4) caminhar pela casa em cima dos pés dele;

5) as músicas que compunha num idioma próprio e que até hoje cantamos;

6) cabelo penteado pra frente, de franjinha, depois do banho, só pra gente rir;

7) ele cantando "Ô coisinha tão bonitinha do pai", pra mim;

8) dia de pagamento, porque ele fazia desenhos, figuras, enfeites, pirâmides, leques, disposições malucas e criativas, com todo o dinheiro, em cima da mesa;

9) o tchauzinho, da esquina, quando saía pra trabalhar;

10) servir damasco pra gente, repetindo sem parar: "frutas ácidas, meus filhos, frutas ácidas!";

11) ele cantando Geraldo Vandré - "Pra não dizer que não falei das flores";

12) ele nos dizendo que só era mesmo necessário haver uma vaga nos concursos públicos, porque não poderíamos mesmo ocupar mais de uma! - para nos incentivar à preparação para os exames (sempre deu certo!).

Enfim, tantas coisas agradáveis marcaram nossa infância e ainda nos fazem bem!
Que beleza!
Vida, saúde e sabedoria, meu pai!

Um bosque de outono

 
Robert Frost, num dos seus poemas: “Duas trilhas bifurcavam num bosque de outono, e eu, viajante solitário, triste por não poder andar por ambos, por longo tempo lá fiquei olhando até onde desapareciam na folhagem. Duas trilhas num bosque bifurcavam e eu – eu fui pela menos pisada, e isso fez toda a diferença”.

Projeto +Vida - América do Sul

A CBN e a Rádio Tupi, no Rio, têm divulgado o Projeto.
A idéia é que a gente participe desta "Páscoa revolucionária", amando de forma prática: doando vida.

A esta hora (18h50min), o cadastro já conta com 42911 doadores cadastrados, só no Brasil!

Cadastre-se!
De 1 a 16 de abril.
Hebe Camargo, no sábado dia 15, vai entrevistar o coordenador do Projeto. Por volta das 21h45min, no SBT.
E tenha uma Páscoa ainda mais feliz!

terça-feira, 11 de abril de 2006

Courtney Cox


A "Monica Geller-Bing", de Friends.

Comentário de final de expediente

"A semana começou ontem e hoje já é sexta-feira!"
Uêeeba!!!!

(Lei n. 5.010/66, Art.62, II)

Jujubas, vendedores, e sinal de trânsito

 
Eu sempre compro jujuba do moço que vende no sinal, quando estou indo pro trabalho.
Ele é de uma simpatia incrível! Simpático e respeitador. Sempre sorridente, usa um jaleco no qual deseja que tenhamos um bom dia e que Deus nos abençoe na nossa viagem.
Quando não está no sinal é porque está vendendo outras coisas na feira - foi o que me disse, quando eu falei que fico preocupada se não o vejo por ali.
Invariavelmente aperta minha mão, cumprimentando-me. Agradece "a força", recolhe as jujubas não vendidas para os outros motoristas, e volta pra conversar comigo e perguntar se tudo vai bem.
No Natal, distribuiu cartõezinhos pra gente. Mesmo pra quem não comprou nada durante o ano...
É um trabalhador.
Quando não tenho dinheiro trocado, compro mesmo assim e pago no dia seguinte. Ele diz que eu sou "de casa", e pronto.
Fico feliz em poder andar de vidro aberto, naquele sinal. E por sempre ganhar um "bom dia" tão sincero.

Um homem que percebe o perfume de uma mulher e, sussurrando, a deixa saber disso, sabe, definitivamente, encantá-la. E é preciso uma certa dose de brilho no olhar, nessa hora. Porque então...

Riso incontrolável

Sabe quando a gente começa a rir e não consegue parar? Ouvi dizer que nessa hora, se a gente pensar na vogal 'u', tudo se resolve.
Ah, tá! Dá próxima vez vou testar.
Novo comercial da Marisa. Du Moscovis.
(suspiros)
E pensar que ele sentava na arquibancada do Maraca, pertinho de mim, gritando MEEEEENGOOOOO!!!!

segunda-feira, 10 de abril de 2006

Sorriso escondido

 

Miau

Algumas mulheres deveriam ganhar prêmios todos os dias. Só por serem bacanas. Mesmo as mulheres que miam... (segundo Veríssimo, dessas Deus nos deveria livrar!)
Conheço uma delas. Doce, amável, guerreira, sempre presente, boa ouvinte, parceira. E mia.
Isso tudo é que faz dela alguma coisa, assim, especial. Eu lhe daria um prêmio todo dia! Especialmente pelas idéias que só ela tem! Ôoooo!
O que me vale é que bom humor é contagiante!

domingo, 9 de abril de 2006

 
18h10min - Fiquei tranqüilamente sentada na varanda, para que pudesse me despedir do sol...

"Poesia numa hora dessas?" (parte II)

"Deus nos livre da autoridade competente,
que com a incompetente ainda há diálogo." (Veríssimo)

No elevador

Já experimentou entrar no elevador, ficar de costas pra porta, olhar nos olhos de todo mundo e dizer: "não seria legal se o elevador quebrasse e a gente pudesse ficar aqui se conhecendo?" ????

Nunca pensou nisso? Ah...
Experimentaaaa! Experimentaaaa!
(na próxima parada, pelo menos metade do pessoal vai cair fora! repara só.)
Uma irritação tão recíproca, que foi melhor desligar o telefone.
Há quase três dias não falo com minha amiga. A mais querida, mais presente, a mais confidente há muitos anos.
Minha irmã já dizia que eu e A. vamos ficar velhinhas, sentadas num banco de praça, uma discutindo com a outra.
Hahahaha! Nós temos certeza disso!

Répétez, s'il vous plaît

Vou repetir, porque acordei pensando nisso.
Há duas coisas inegociáveis: princípios e confiança.

sábado, 8 de abril de 2006

Isso é outono!

 
Alguém me fez pensar nas folhas de outono, agora à tarde.
Lembrei, então de Leo Buscaglia, Educador, italiano, que dava aulas na Universidade da Califórnia do Sul, de uma disciplina chamada "Amor"(!) Muitas vezes reunia os alunos na sala de sua própria casa.
Em seu jardim, caíam as folhas das árvores; e como ele adorava folhas no chão, não se preocupava em retirá-las.
Havia uma vizinha, no entanto, que se queixava. E até se oferecia para retirá-las.
Leo não compreendia isso. Como poderiam incomodá-la tanto, suas folhas???
Até que teve uma idéia, para manter-se feliz e não mais agoniar a vizinha: chamou seus alunos e então recolheram as folhas, dispondo-as no chão de sua sala.
Sentaram-se, todos, em cima das folhas, e continuaram a estudar.
O barulho, o frescor e a alegria das folhas de outono agora estavam ali, em perfeita harmonia. E ninguém mais se queixou.

"Poesia numa hora dessas?"

"Deus nos livre da burrice dos outros,
que a nossa até que é simpática."
(Veríssimo)

Hohoho!!!
 

Nem tudo mudou

Hoje em dia nao chegam mais cartas pelo Correio;
chegam e-mails.

Ninguém telefona, quase, pra dizer que não vai ou não pôde ir;
passa um torpedo.

Há poucos álbuns de fotografias;
é tudo na tela do computador, um tal de "fotolog"/"flickr"...

Ainda bem que ainda não substituíram o toque na campainha de casa.

Abrir a porta pros amigos é algo tão simbólico, além de real...!

Sábado de manhã

Hummmm... vamos pensar: tem sensação mais agradável do aquela de sair, num sábado de manhã, ver o sol, velocípedes, crianças com bichinhos de estimação na rua, brincando, e já na esquina ouvir alguém te desejar "Bom dia!", com um sorriso no rosto?
É praticamente u'a manhã perfeita!

sexta-feira, 7 de abril de 2006

 
E então eu ouvi assim:
"eu sei que você tá muito triste... pode contar comigo; toma meu telefone... pode ligar pro que precisar."
Às vezes, o apoio, a compreensão, a cumplicidade, vêm de um jeito surpreendente!
Era sábado de manhã, eu ainda chorava muito, pela tristeza da notícia da manhã anterior, e foram as primeiras palavras que fizeram sentido na minha vida, logo depois que perdi meu amigo.

"Ó, tenha um bom fim de semana!"

Tem coisa mais gostosa do que chegar cansada, numa sexta-feira à noite, depois de um dia daqueles, no trabalho, e ouvir: "Ó, tenha um bom fim de semana!", do gari da sua rua?? Tem???
Os melhores desejos nem sempre vêm embrulhadinhos pra presente...
Estou fazendo um doce. Mousse de pêssego.
Vou levar pra A. e R., e pras crianças. Pra que eles não esqueçam que ainda há coisas doces, na vida...

"Toda verdade é provisória"

Quando fiz minha Pós, há uns seis anos, me especializei em Psicopedagogia. Dentre tantas coisas interessantíssimas, estudávamos também as idéias de Emília Ferreiro, psicolingüista argentina, que revolucionou a alfabetização, já em 1970, ao explicar como as crianças aprendem. Além de tudo, E.F. fez Doutorado, tendo como orientador Jean Piaget. (uau!!)

"Toda verdade é provisória", tem a ver com a idéia de que todo conhecimento é relativo; há uma incapacidade da inteligência humana de atingir o absoluto. Todo o processo de aprendizagem está sempre em construção (daí o termo "construtivismo").

"... A minha contribuição foi encontrar uma explicação segundo a qual, por trás da mão que pega o lápis,
dos olhos que olham, dos ouvidos que escutam,
há uma criança que pensa"
(Emília Ferreiro)

Como se estivéssemos lendo "Le Petit Prince", vamos imaginar que isso pode se aplicar aos adultos também...

Hoje é sexta-feira

 
Como diria o Sardenberg, "hoje é sexta-feira; semana praticamente encerrada!"
Bacana, isso!
O saldo é bom, desde segunda. É fundamental ter em mente que "tudo vale a pena, se a alma não é pequena." (Fernando Pessoa)

quinta-feira, 6 de abril de 2006

Amigos

 
É legal descobrir pessoas.
Conhecer as gentes; cultivar amizades.
Manter os amigos que a gente faz, pela vida, é como cuidar de um jardim. É preciso carinho, cuidado e atenção.
Hoje, V. fez aniversário. E como a gente nunca pode perder a oportunidade de dizer o quanto alguém é especial, liguei cedinho não só pra dar "parabéns!", mas pra reforçar, com palavras e carinho, essa idéia de "ser especial".

Concurso de bolos

G. deu uma idéia fantástica, hoje, lá no trabalho.
Vamos fazer um concurso de bolos, às terças-feiras. Meninos e meninas concorrendo. Todos têm que trazer; cada um no seu dia. Vale até bolo de caixinha, porque há certas gentes que nunca nem bateram uma clara em neve!
A gente nem sabe as regras, direito. Nem discutimos o prêmio. É que o que se quer, mesmo, é comer um bolinho, toda terça, que é dia de muito trabalho por lá. Só não vale comprar nem pedir pra mãe fazer! (Pfff! eu tava contando com isso!!)

José Saramago

"Se não sais de ti, não chegas a saber quem és... é necessário sair da ilha para ver a ilha, ...não nos vemos se não nos saímos de nós, Se não saímos de nós próprios, queres tu dizer, Não é a mesma coisa."

(Trecho de "O Conto da Ilha Desconhecida")

Sessão dupla, a partir desta segunda-feira, no Cinemaison. Às 18h e às 20h.
Teatro Maison de France.

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Aos meus queridos amigos A., R., e filhas:
não fomos criados para isso; por isso sentimos tanto. Nada que se diga, nada que se escreva, é suficiente para aplacar a dor; mas é sempre bom saber que os amigos têm ombros e braços, para nos acolher nessas horas. Estou aqui.
Esta noite vai passar; e vai nascer, então, um dia lindo, que nunca poderá nos separar.
Sinto muito, mais essa perda...

Downtown

Eu costumava dizer que ele tinha o cangote mais bonito do meio jurídico, e a pele mais linda e dourada da JT.
Fazia meses que eu não o via. Até hoje.
Av. Almirante Barroso. Centro do Rio. Saiu do táxi na minha frente e deu de cara comigo. Sorrisos pra todos os lados, beijinhos e abraços. Constatei: H. continua tudo aquilo!

Tem gente que sabe

Lembra quando comentei, outro dia, sobre uma frase do tipo "pode confiar em mim" e o impacto que isso me causa?
Pois é... me diz agora se tem sensação mais gostosa: você passa um e-mail dizendo assim: "preciso falar com você" - só isso - e, em menos de 30 segundos, chega a resposta, assim mesmo, quase imediatamente, dizendo: "pode falar"... e deixa o número do telefone vermelho.
Nada melhor. Nada!
Tem gente que sabe despertar confiança.
 

Carequinha - despedida

"De um circo eu sou um palhaço
No rosto levo este traço
Para alegrar a multidão
Mas é tudo fantasia
É falsa a minha alegria
É tudo, tudo ilusão...
Ninguém sabe que em meu rosto
A tinta encobre um desgosto
Que vive a me atormentar
E pela luz da ribalta
Meu coração sente a falta
De quem não me soube amar"


Carequinha me fez rir e brincar muuuuito, na minha infância.
Mas esta, a última música do seu disco, sempre me fazia chorar. Eu imaginava a tristeza do palhaço.
Morreu hoje. Aos 90 anos, ainda fazia rir, crianças e adultos.
Acho que tocou o coração das pessoas.
Sua vida fez sentido.
 

terça-feira, 4 de abril de 2006

Era tudo o que eu queria...

Foi mais ou menos assim: cheguei, e mal ela apontou na porta, abriu um sorriso lindo, bracinhos abertos, e com olhinhos de quem pede um colo veio me abraçar.
Dei o colo, ganhei beijo, abracei, tudo ao mesmo tempo. E ela ficou ali, coladinha, me abraçando e sorrindo de leve, cabecinha deitada no meu ombro, por quase dez minutos, quietinha... A mãe, que conhece um filho de trás pra frente, me disse baixinho: "é assim que ela faz quando tá com saudade..."
L. ainda não tem dois anos, mas já sabe que o corpo fala. E que um abraço, assim, apertadinho, faz a gente ganhar a noite!

Maria, Maria

Ai... queria tanto saber de cor a letra de "Maria, Maria", do Milton!
Só sei uns pedaços. Que chato!
O marido, que era viajante, liga para casa para saber notícias, e sua filha atende:
- Oi, filha, como você está? - pergunta ele.
- Bem, papai.
- E sua mãe, cadê?
- A mamãe está lá em cima com o tio João.
- Tio João??? Mas você não tem nenhum tio João.
Então, na hora, ele percebe... e fala:
- Filha, vai lá e fala para a mamãe que o papai encostou o carro aqui na frente de casa!
- Tudo bem, papai. Eu já volto.
E depois de alguns minutos ela volta.
- Já disse, papai!
- E o que aconteceu, filha?
- A mamãe levantou correndo, escorregou no tapete e morreu, e o tio João foi pular na piscina para sair pelos fundos e esqueceu que o senhor tinha esvaziado a piscina e morreu!
- Nossa!!! Piscina!??? (silêncio...) Aí é do número 3555-3145?
- Não, diz a menina!
- Ah! Desculpe foi engano!

Emenda n.45

Dia 7 vou fazer um curso sobre "Reparos de danos moral e material decorrentes de acidente de trabalho", na Academia Brasileira de Letras. Vai ser tipo intensivão. Dia inteiro. Mas é um tema interessante, especialmente depois da Emenda n.45.
E agora vou parar de falar de trabalho, porque ninguém é de ferro. E quem tá aqui veio pra se distrair um pouco... ;o)

Almoço

Terça-feira é sempre um dia corrido, no trabalho. Às vezes nem almoço.
Mas hoje...
Minha mãe diria assim: "lavou a burra!", pra significar que comi pra caramba!!!
Tem gente que não gosta, mas eu adorei: couve-flor, abóbora, chuchu, alface, tomate, purê de batatas, um grelhado, cenoura.
Muuuuuito bom!

segunda-feira, 3 de abril de 2006

Promessa

Sabe aquela caixinha, que chamam de "pequenas promessas"? Pois é, não tenho nenhuma aqui... Então resolvi pegar "na fonte", direto.
Achei esta:
"Enfrente cada problema que aparecer, e se você temer a Deus pode esperar que Ele vai abençoá-lo." (Eclesiastes 7:18 - Versão: Bíblia Viva)

Gravata apertada / glaucoma

Ouvi na CBN, outro dia, que gravata apertada aumenta o risco de glaucoma, nos homens. O colarinho precisa permitir a passagem de um dedo de forma folgada, sabia?

A pesquisa concluiu que gravata apertada aumenta a pressão intraocular em até 70% das pessoas! E o aumento da pressão intraocular induz ao glaucoma, que, por sua vez, pode levar à cegueira.

O teste foi feito com 40 homens - 20 que já sofriam de glaucoma e 20 que não apresentavam nenhuma doença ocular. Os homens tiveram a pressão calculada em três situações: sem-gravata, com gravata corretamente ajustada, e com gravata apertada por três minutos.
Com a gravata apertada por 3 minutos, a pressão intraocular subiu 60% nos portadores de glaucoma, e mais de 70% nos demais. E a diferença (60% x 70%) é justificada, porque aqueles já se encontravam em tratamento da doença.

É claro que há outros fatores de risco, como idade acima de 40 anos, histórico da doença na família, diabetes e hipertensão arterial. Mas cuidar do nó da gravata passou, agora, a ser mais uma preocupação pros meninos de terno...